Bolsa brasileira
O Ibovespa fechou em alta de 5,54% nesta segunda-feira (3), a maior desde abril de 2020. O principal índice da Bolsa brasileira é impulsionado, em parte, pelos resultados das eleições locais deste domingo, mas também contou com um forte auxílio vindo do exterior.
Política e economia
a votação do primeiro turno trouxe surpresas vistas como positivas pelo mercado. A menor diferença entre os candidatos à presidência, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), a formação do Congresso e os resultados das disputas pelos cargos de governadores ajudaram a melhorar o sentimento dos investidores.
A visão dos especialistas é que, com o resultado, mesmo no caso de uma vitória do petista, o próximo governo terá de fazer diversas concessões ao centro na busca pela governabilidade.
Juros e dólar
Os DIs para 2023 foram a 13,68%, com queda de 1,8 ponto-base, e os para 2024 foram a 12,72%, baixa de cinco pontos. Os DIs para 2027 e 2029 perderam, respectivamente, 12 e 23 pontos, a 11,46% e 11,30%. A taxa do contrato para 2031 recuou 25 pontos, a 11,55%.
O real também foi beneficiado pela perspectiva de melhor situação fiscal – o dólar comercial caiu 4,09% frente à moeda brasileira, a R$ 5,173 na compra e a R$ 5,174 na venda.
Mercado internacional
Em Nova York, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subiram, respectivamente, 2,66%, 2,59% e 2,27%.
Criptomoedas
O bitcoin hoje opera em alta, mas ainda mais próximo da faixa dos US$ 18 mil do que dos US$ 20 mil. A maior criptomoeda do mundo em calor de mercado avança 0,13% nas últimas 24 horas, cotado a US$ 19.224,21. O ethereum, por sua vez, opera muito próximo à estabilidade (-0,05%), sendo negociado por US$ 1.296,36.