Ibovespa fecha em maior queda desde início de março, com cautela global e ameaças fiscais. Índice brasileiro é afetado por mercado externo e por provável novo imposto sobre o setor financeiro e incertezas na Petrobras e fecha em queda de -1,97% aos 118.885 pontos. Entre as maiores altas do dia tivemos Multiplan (MULT3) a +2.10%, 3R Petroleum (RRRP3) em +1.44% e CVC Brasil (CVCB3) a +1.34%. Já entre as maiores baixas do dia tivemos Banco Inter (BIDI11) aos -8.89%, Qualicorp (QUAL3) -7.34% e Locaweb (LWSA3) com -6.72%.
Em almoço com empresários e políticos hoje, no Rio, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que não pode interferir na alta de preços dos combustíveis. Bolsonaro voltou a atribuir o problema ao contexto internacional, sobretudo à guerra na Ucrânia, e evitou mencionar a crise no comando da Petrobras.
O dólar subiu ante pares e emergentes numa sessão de cautela global com novas sanções à Rússia. O dólar à vista subiu 1,11%, a R$ 4,6591.
No aftermarket, às 17h15, os juros futuros sobem em bloco: O DIF23, +0,71 pp, a 12,63%; DIF25, +2,39 pp, a 11,34%; DIF27, +2,35 pp, a 11,09%; DIF29, +2,19 pp, a 11,20%.
Lá fora, o sentimento foi contaminado após a diretora do FED acender preocupações sobre um aperto agressivo da política monetária norte-americana. O Dow Jones cai +0,61%, o S&P 500, +1,05% e a Nasdaq, +2,11%.
Os mercados europeus operam mistos em meio à cautela global, atentos ao conflito Ucrânia-Rússia e em indicadores econômicos. O índice Stoxx Europe 600 fechou em alta de +0,19%.
Os principais mercados asiáticos fecharam em leve alta, o Shanghai SE (China), está fechado por feriado e Nikkei (Japão), +0,19%.
E no mundo das criptomoedas, o Bitcoin apresenta queda de -0,14%, enquanto o Ethereum apresenta queda de -0,67%. Em Nova Iorque, o NCI, índice das principais criptomoedas, teve uma queda de -1,78%.