Bolsa brasileira
O Ibovespa oscilou durante boa parte do pregão desta sexta-feira (6) e acabou fechando em leve queda, de 0,16%, aos 105.134 pontos. Na mínima, a bolsa tocou os 103.984 pontos e na máxima, os 106.268 pontos, encerrando com um volume financeiro de R$ 32,122 bilhões.
Política e economia
E hoje na politica, Ipespe: Bolsonaro mantém 31% e Lula oscila de 45% para 44% das intenções de voto para Presidência em maio
Ciro Gomes tem 8%, João Doria tem 3% e André Janones tem 2%, enquanto Simone Tebet oscilou de 2% para 1% e Luiz Felipe d’Ávila marcou 1%
Juros e dólar
O dólar se valorizou frente ao Real – o contrato futuro fechou em alta de 0,92%, a R$ 5,114, e o dólar comercial subiu 1,17%, a R$ 5,075 na compra e na venda. A moeda brasileira perdeu força frente à americana mesmo com o DXY, índice que mede a força do dólar frente a outras divisas internacionais, tendo recuado 0,17%.
A curva de juros brasileira acabou sentindo a pressão e também avançou. No aftermarket, os contratos DIs com vencimento em 2023 operavam, por volta das às 17h15, com seus rendimentos subindo 12 pontos-base, para 13,36%. Os DIs vincendos em 2025 tinham suas taxas subindo 23 pontos, para 12,56%. Na ponta longa, os DIs para 2027 e 2029 viam seus yields ganhando 21 e 21 pontos, respectivamente, para 12,38% e 12,46%.
Mercado internacional
Hoje, o Nos EUA, o Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq recuaram, respectivamente, 0,30%, 0,57% e 1,40%.
Por lá, foi registrado mais um dia de alta dos juros, com o treasury com vencimento em dez anos vendo seu rendimento voltar a acelerar, fechando em 3,132%, alta de 6,4 pontos-base.
Criptomoedas
A cotação do bitcoin hoje está em baixa, com a moeda cotada a US$ 35.852,18 na manhã desta sexta-feira (6), uma queda de 9,27% nas últimas 24 horas. O mercado cripto parece ter passado da fase de otimismo em reflexo da postura menos agressiva do Federal Reserve em relação aos juros nos EUA, e ameaça fechar a semana em queda expressiva.