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Bolsa brasileira
Ibovespa fecha em queda de 0,75%, aos 101.945 pontos; perspectiva de aumento de juros nos Estados Unidos voltou a diminuir apetite por risco do investidor. Entre as maiores altas do dia tivemos Usiminas (USIM5) a +4.76%, Fleury (FLRY3) em +3.73% e CSN (CSNA3) aos +3.31%. Já entre as maiores baixas do dia tivemos a unit de Banco Inter (BIDI11) a -8.56%, Magazine Luiza (MGLU3) em -7.71% e Méliuz (CASH3) aos -5.74%
Politica e economia
O mercado segue repercutindo a perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos, o que eleva a rentabilidade dos títulos do Tesouro americano e diminui o apetite dos investidores por ativos de risco.
Juros e dólar
O Dólar fecha em alta de 0,76%, a R$ 5,674 na compra e na venda
O dólar futuro para fevereiro é negociado em alta de 0,56%, a R$ 5,697.
Os contratos de DI voltaram a subir hoje: na sessão estendida, os juros para janeiro de 2023 avançaram dez pontos-base, a 12,08%; os contratos para janeiro de 2025 também subiram dez pontos-base, a 11,48%; e o DI para janeiro de 2027 subiu dez pontos-base, a 11,37%.
Mercado Internacional
Nos Estados Unidos, o Dow Jones futuros subiu 0,68%. O S&P 500, 0,64%. Ambos em suas máximas históricas para fechamentos. A Nasdaq, por sua vez, avançou 1,20%, esta ainda está um pouco aquém de seu topo.
Bolsas da Europa fecham a primeira sessão de 2022 em alta, com Stoxx 600 e Paris batendo novos recordes. diante do otimismo dos investidores em relação à recuperação econômica europeia. Após ajustes, o Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,45%, a 489,99 pontos, batendo um novo recorde de fechamento. O CAC 40, índice de referência da bolsa de Paris, também renovou a sua máxima histórica, subindo 0,90%, a 7.217,22 pontos.
Na Ásia, as bolsas fecham sem direção exata.
Criptomoedas
A primeira semana do ano começou mal para o bitcoin (BTC), o que influenciou no péssimo desempenho do mercado cripto como um todo. Mas o buraco se aprofundou e a maior criptomoeda do mundo voltou a flertar com a “cruz da morte” — mais uma vez.
Por volta das 11h, o bitcoin caía 1,91%, cotado a US$ 40.888,30 (R$ 231.746,88), menor patamar de preço desde setembro do ano passado
By iHUB CastBolsa brasileira
Ibovespa fecha em queda de 0,75%, aos 101.945 pontos; perspectiva de aumento de juros nos Estados Unidos voltou a diminuir apetite por risco do investidor. Entre as maiores altas do dia tivemos Usiminas (USIM5) a +4.76%, Fleury (FLRY3) em +3.73% e CSN (CSNA3) aos +3.31%. Já entre as maiores baixas do dia tivemos a unit de Banco Inter (BIDI11) a -8.56%, Magazine Luiza (MGLU3) em -7.71% e Méliuz (CASH3) aos -5.74%
Politica e economia
O mercado segue repercutindo a perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos, o que eleva a rentabilidade dos títulos do Tesouro americano e diminui o apetite dos investidores por ativos de risco.
Juros e dólar
O Dólar fecha em alta de 0,76%, a R$ 5,674 na compra e na venda
O dólar futuro para fevereiro é negociado em alta de 0,56%, a R$ 5,697.
Os contratos de DI voltaram a subir hoje: na sessão estendida, os juros para janeiro de 2023 avançaram dez pontos-base, a 12,08%; os contratos para janeiro de 2025 também subiram dez pontos-base, a 11,48%; e o DI para janeiro de 2027 subiu dez pontos-base, a 11,37%.
Mercado Internacional
Nos Estados Unidos, o Dow Jones futuros subiu 0,68%. O S&P 500, 0,64%. Ambos em suas máximas históricas para fechamentos. A Nasdaq, por sua vez, avançou 1,20%, esta ainda está um pouco aquém de seu topo.
Bolsas da Europa fecham a primeira sessão de 2022 em alta, com Stoxx 600 e Paris batendo novos recordes. diante do otimismo dos investidores em relação à recuperação econômica europeia. Após ajustes, o Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,45%, a 489,99 pontos, batendo um novo recorde de fechamento. O CAC 40, índice de referência da bolsa de Paris, também renovou a sua máxima histórica, subindo 0,90%, a 7.217,22 pontos.
Na Ásia, as bolsas fecham sem direção exata.
Criptomoedas
A primeira semana do ano começou mal para o bitcoin (BTC), o que influenciou no péssimo desempenho do mercado cripto como um todo. Mas o buraco se aprofundou e a maior criptomoeda do mundo voltou a flertar com a “cruz da morte” — mais uma vez.
Por volta das 11h, o bitcoin caía 1,91%, cotado a US$ 40.888,30 (R$ 231.746,88), menor patamar de preço desde setembro do ano passado