Bolsa brasileira
A blindagem contra o pessimismo externo durou pouco e o Ibovespa hoje levou um tombo junto com as Bolsas internacionais. Ainda que as notícias domésticas recentes continuem sendo um viés positivo para o mercado brasileiro, o índice foi contaminado pelo mau humor global. O gatilho veio dos preços das commodities que despencaram junto com ações de peso listadas na B3.
Política e economia
Ipespe: Lula cresce três pontos e vai a 46%; Bolsonaro mantém 35%
Ciro Gomes (PDT) aparece com 7%, ante 9% nos três últimos levantamentos, e Simone Tebet (MDB) tem 4%, ante 5% na pesquisa anterior
Juros e dólar
Hoje, a moeda americana fechou em alta de 2,62% a R$ 5,248 na compra e R$ 5,249 na venda. Com a valorização desta sexta-feira, o dólar quase apagou as perdas registradas na semana, acumulando queda de apenas 0,2% no período.
Os juros futuros também praticamente neutralizaram a queda de hoje, mesmo com o encerramento, por hora, do ciclo de aperto monetário no Brasil. No after hours, o DIF25 subia 13 pontos-base, a 11,61%, enquanto os contratos DIF27 e DIF29 avançavam 22 e 21 pontos, respectivamente, a 11,40% e 11,52%.
Mercado internacional
Nos Estados Unidos, nada de trégua para as Bolsas. O Dow Jones caiu 1,61%, aos 29.592 pontos; o S&P 500 recuou 1,72%, aos 3.693 pontos; e a Nasdaq teve baixa de 1,80%, aos 10.867 pontos.
Criptomoedas
O bitcoin hoje opera no campo negativo diante do pessimismo do cenário macroeconômico. Na manhã desta sexta-feira (23), o BTC apresentou um recuo de 1,6% nas últimas 24 horas, cotado a US$ 18,9 mil. O declínio também acontece no ethereum mesmo com a atualização bem sucedida do “The Merge”, na última semana. Também nas últimas 24 horas, o ETH sofreu uma desvalorização de 0,94%, cotado a US$ 1,2 mil.