Bolsa brasileira
O Ibovespa fechou em queda de 1,20% nesta terça-feira (25), aos 114.625 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira descolou, mais uma vez, do que foi visto no exterior, onde os benchmarks mais importantes avançaram.
Política e economia
O candidato do Republicanos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas, negou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha qualquer participação em uma eventual administração no estado, a partir de 2023.
Juros e dólar
O dólar ganhou 0,26% frente ao real, a R$ 5,316 na compra e a R$ 5,317 na venda. Lá fora, com a menor aversão ao risco, o DXY, índice que mede a força da moeda americana frente a uma cesta de moedas, teve baixa de 1%, indo aos 110,87 pontos.
No Brasil, a curva de juros fechou mista. Os DIs para 2023 ficaram estáveis, os DIs para 2025 ganharam dois ponto-base, a 11,84%, e os DIs para 2027 perderam 3,5 pontos, a 11,67%. Os rendimento dos DIs para 2029 e 2031 recuaram, respectivamente, três e dois pontos, a 11,82% e 11,92%.
Mercado internacional
Em Nova York, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subiram, na sequência, 1,07%, 1,63% e 2,25%, com investidores ainda repercutindo a possibilidade de o Federal Reserve diminuir o ritmo das altas dos juros e também os resultados corporativos do terceiro trimestre.
Criptomoedas
Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) seguem operando de lado na manhã desta terça-feira (25), com investidores ainda apreensivos pela decisão do Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) sobre o novo reajuste da taxa de juros no próximo dia 2 de novembro. Às 7h, ambos são negociados em estabilidade, a US$ 19.276 e US$ 1.344, respectivamente.