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Sabe quando você sente que a sua vida precisa mudar? Foi isso que eu senti há algum tempo e, desde então, tenho passado por uma verdadeira metamorfose. Mas, para ganhar uma nova identidade, eu precisei ir a um lugar que exigiu de mim duas posturas: coragem e confiança. Hoje eu quero compartilhar essa experiência, porque você pode estar sentindo a mesma coisa, um profundo desejo de mudança, mas não sabe como começar. Então, deixe-me lhe apresentar esse novo começo.
Você seria capaz de avaliar rapidamente se alguém está qualificado para entrar na sua vida ou não? Se a sua resposta foi um não, eu quero te mostrar como acabar com a dúvida mais cedo, sem precisa sofrer se debatendo no raso. Ficou curiosa? Então aperta o play e vem comigo.
Você já parou para perceber que o machismo não está só nos homens, mas também nas mulheres? Essa é a resultante de uma série de gerações nutrindo uma mentalidade que favorece a rivalidade. Isso se reflete no cotidiano de muitas maneiras: não parando o carro para a outra atravessar na rua, na dificuldade para tecer um elogio e na constante relativização do erro masculino. No #feminina de hoje vamos falar sobre o machismo estrutural e sobre a urgência em acabar com essa mentalidade.
Na era do protagonismo feminino, é natural que os nossos padrões acompanhem o nosso desenvolvimento. Afinal, não precisamos mais estar em um relacionamento por sobrevivência, e sim, por escolha. Por outro lado, eu quero propor uma pergunta que pouquíssimas conseguem se fazer hoje em dia: Será que os nossos padrões ficaram tão altos a ponto de não ser possível se relacionar? Vamos falar sobre isso no #feminina de hoje.
A reflexão central do #feminina de hoje é a seguinte: "Até que ponto a sua vida profissional tem se misturado com a sua vida pessoal?". Com essa pergunta vamos refletir sobre os limites da vida profissional e sobre como entendemos o conceito de sucesso.
Se você também veio de um contexto familiar bagunçado, onde faltou afeto de pai, mãe ou de ambos, o #feminina de hoje é para você. Vamos falar sobre o contexto da sua dor, o porquê você não deve aceitar migalhas afetivas e o que fazer para acabar com essa dinâmica. Você está pronta?
Você deve estar acompanhando as última notícias sobre a força dos eventos climáticos recentes ao redor do mundo. Mas, de que forma você tem olhado para as pessoas que têm sofrido os efeitos dessas tragédias? Como podemos, mesmo à distância, mitigar o sofrimento dessas pessoas? Vamos falar sobre essas questões no #feminina de hoje.
No #feminina de hoje eu vou lhe fazer uma provocação: Você conhece as suas fronteiras emocionais? Se você ainda não tem essa clareza, lhe convido a entender o papel do autoconhecimento na sua liberdade emocional e reconhecer a qualidade dos seus relacionamentos.
Do fundo do seu coração, reflita em uma pergunta básica: Você se sente merecedora de tudo o que há de bom nessa vida? A pergunta é simples, mas muitas de nós vai hesitar para se dar essa resposta. É por isso que hoje nós vamos falar sobre como exercitar o seu senso de merecimento, a partir de exemplos práticos do seu cotidiano. Vamos começar?
No #feminina de hoje eu quero lhe convidar a se tornar uma pessoa disruptiva, a quebrar o padrão e agir de forma diferente num mundo em que quase tudo precisa ser lógico, produtivo e eficiente. Quer entender como? Então aperta o play e vem comigo!
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