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Nesta temporada do Fortitude, o primeiro episódio parte de uma frase de São Josemaría Escrivá em Caminho: sê útil, deixa rasto. A pergunta que sustenta o episódio é simples e desconfortável ao mesmo tempo, o que significa realmente ser útil, e por que tanta gente confunde utilidade com produtividade vazia.
Para responder isso, recorremos a Tomás de Aquino e sua distinção entre o bem honesto, o bem útil e o bem deleitável, e à diferença que Aristóteles estabelece entre práxis, a ação que vale por si mesma, e poiesis, a produção voltada a um resultado externo.
O Fortitude é um podcast sobre as virtudes cardeais, sem fórmulas de autoajuda, pensado para quem busca formação de caráter e não ânimo passageira. Perguntas, críticas ou sugestões de tema podem ser enviadas para [email protected]
Novo episódio? Sério? Fala turma, como é que vocês estão?
O nosso encontro de hoje é uma meditação sobre a aceitação de nossas circunstâncias. Não esquece de compartilhar e de deixar um comentário se gostou do episódio.
Resiliência não é sobre aguentar tudo. Até uma pedra aguenta. A questão é outra: você permanece inteiro enquanto atravessa o peso? Inspirado na firmeza da alma descrita por Tomás de Aquino, este episódio revela que não se trata de suportar, mas de não negociar aquilo que você sabe que deve ser. Porque no fim, não é a dor que define você… é a forma como você permanece diante dela.
Já parou para pensar o que te trava profissionalmente? As vezes nos encontramos em uma das etapas e não percebemos, ou pior, não sabemos qual o próximo movimento que devemos fazer. Nesse episódio que chamo de aula, quero te fazer pensar sobre uma conexão entre as três etapas da vida espiritual e o posicionamento profissional.
Não esqueça de compartilhar e responder, vamos na máxima
O Ep de hoje continua o nosso bate papo sobre prudência, dessa vez estamos falando da imprudência. Não esquece de deixar o seu comentário.
Neste episódio do Fortitude eu te convido a olhar para a morte não como um fim sombrio, mas como a medida mais honesta da vida. Na Quarta-feira de Cinza ecoa a sentença: “Tu és pó, e ao pó hás de voltar.” Essa frase não foi feita para nos humilhar, mas para nos acordar. Quando recordamos que somos pó, deixamos de viver distraídos; começamos a pesar melhor nossas escolhas, a ordenar desejos, a abandonar vaidades frágeis e a perguntar com seriedade o que realmente permanece. Falar sobre a morte é falar sobre responsabilidade, maturidade e direção. É permitir que a consciência do fim purifique o presente. Se você deseja crescer de verdade, precisa encarar o limite que dá forma à sua existência. Este episódio é um convite à lucidez: lembrar que o tempo é curto para que a vida seja grande
Nem toda amizade quer o seu bem.
Algumas se aproximam para medir, usar e depois descartar.
No trabalho e na vida, prudência é saber quando abrir a porta e quando fechá-la.
Peço desculpas: o vídeo ficou um pouco picotado por causa de erros nos arquivos
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