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No regresso a “O Porto em Conversa”, cerca de 3 anos depois da última entrevista, falei com Francisco Flórido, eng. Florestal de formação, mentor ou co-autor de projetos com alguma visibilidade na área da agricultura urbana no Porto como a Quinta Musas da Fontinha ou a mais recente Quinta da Mitra com a Associação Terra Solta.
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast.
Relativamente ao primeiro ponto, Francisco Flórido refere que “gostava que não fosse uma moda” esta questão da agricultura urbana mas “não sabe se esta vontade [voltar à agricultura] é uma vontade contínua com sustentabilidade no tempo”
Retrospectivamente, considera o projeto da Quinta Musas da Fontinha como algo que ultrapassou todas as suas expectativas, um projeto que durante um ano conseguiu congregar cerca de 100 pessoas em cada sábado, que serviu para de certa forma abanar algumas estruturas e demonstrar que este tipo de projetos era possível de ser levado a cabo e por isso disse que “jamais vou passar por uma experiência tão gratificante como foi o arranque da QMF”
Com esta e outras experiências surgiu o movimento terra solta que agora é associação terra solta e que dinamiza o projeto “Quinta do Mitra” num terreno cedido pela Junta de Freguesia de Campanhã. Uma parceria que surgiu numa altura em que a Câmara Municipal parecia ignorar alguns movimentos na cidade.
Créditos Foto: Porto24 / Carlos Romão
By Vitor SilvaNo regresso a “O Porto em Conversa”, cerca de 3 anos depois da última entrevista, falei com Francisco Flórido, eng. Florestal de formação, mentor ou co-autor de projetos com alguma visibilidade na área da agricultura urbana no Porto como a Quinta Musas da Fontinha ou a mais recente Quinta da Mitra com a Associação Terra Solta.
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast.
Relativamente ao primeiro ponto, Francisco Flórido refere que “gostava que não fosse uma moda” esta questão da agricultura urbana mas “não sabe se esta vontade [voltar à agricultura] é uma vontade contínua com sustentabilidade no tempo”
Retrospectivamente, considera o projeto da Quinta Musas da Fontinha como algo que ultrapassou todas as suas expectativas, um projeto que durante um ano conseguiu congregar cerca de 100 pessoas em cada sábado, que serviu para de certa forma abanar algumas estruturas e demonstrar que este tipo de projetos era possível de ser levado a cabo e por isso disse que “jamais vou passar por uma experiência tão gratificante como foi o arranque da QMF”
Com esta e outras experiências surgiu o movimento terra solta que agora é associação terra solta e que dinamiza o projeto “Quinta do Mitra” num terreno cedido pela Junta de Freguesia de Campanhã. Uma parceria que surgiu numa altura em que a Câmara Municipal parecia ignorar alguns movimentos na cidade.
Créditos Foto: Porto24 / Carlos Romão