No episódio 30 começamos o nosso terceiro ano de podcast com uma cara nova, mas com um episódio gravado já há algum tempo para falar de solidão.
Chegamos a grande marca dos 30 episódios, tocamos um pouco sobre o significado desse marco, em como a solidão marcou a pandemia, como a solidão é representada na obra de Edward Hopper. Estávamos às voltas com sua obra desde o episódio 29 ao qual chamamos “Entre”.
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Parece que entre os episódios, ao longo dos “entres” da vida a solidão faz e deixa marcas. Solidão que tantas vezes é repudiada mas que, invariavelmente, nos acompanha. E, no processo de su-portarmos conviver com ela, vamos nos havendo com suas facetas, com nossas faces às vezes tão estranhas por tão familiares que são.
Nascemos e morremos sozinhos, ao longo da vida vamos tecendo laços, desfazendo e refazendo nós, mas ela sempre está ali à espreita. Entre os intervalos sem o outro, ou até na presença desse outro, ela faz morada.
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Construímos essa morada à muito custo, repaginamos ela cada vez que podemos acessar ainda mais esse estado de solidão que tanto nos assusta, incomada, mas que nos faz cres-SER.
Vamos falando mais…