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A pesquisadora da Fiocruz Dália Romero mostra que envelhecer bem vai além de não ter doenças. Em 2023, o Brasil passou a ter mais idosos (15,6%) que jovens de 15 a 24 anos, e o ritmo acelerado desafia as políticas públicas. Segundo ela, o CEP pesa tanto quanto a biologia: acesso à saúde, cidades adequadas e convívio social influenciam o envelhecimento. Até os ricos sofrem com a solidão, que a OMS compara ao fumo. Autonomia importa mais que independência. A conversa também trata da perda de massa muscular, a partir dos 34 anos, da fisioterapia, da medicalização da tristeza e do etarismo.
Entrevistada: Dália Romero, socióloga, demógrafa e pesquisadora da Fiocruz.
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Consultoria científica: Leandro Lobo, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, colunista da revista Ciência Hoje e autor de "Bastidores da Ciência", da Editora ICH.
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Bárbara Pereira
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
Com mais de dez mil agentes de inteligência artificial, a OpenAI anunciou ter resolvido em 88 horas um enigma matemático complexo que levava 90 anos sem solução. A empresa anunciou o feito como um marco na evolução da tecnologia. Mas pesquisadores acusam a IA de ter baseado sua estratégia em trabalhos recentes de matemáticos que investigavam a mesma linha teórica. O caso abriu um debate sobre os limites de uso da IA e sobre o próprio processo de fazer matemática e pesquisa. Não seria a ciência uma atividade essencialmente humana?
Entrevistado: Marco Moriconi, professor e pesquisador da UFF e editor científico do ICH
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Elisa Martins
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
Neste episódio, o físico e divulgador científico Lucas Miranda, autor do livro Uma Viagem Científica pela Cultura Pop, explica como ciência e cultura pop se influenciam mutuamente: filmes como Interstellar usam consultoria científica para dar verossimilhança às tramas, enquanto obras de ficção, de Júlio Verne a Star Trek, já inspiraram invenções reais, como o celular. Lucas discute por que erros científicos no cinema costumam ser propositais, o papel de divulgadores como Carl Sagan em aproximar o público da ciência, e como estereótipos sobre cientistas no cinema afastam, sobretudo, meninas da área. Uma reflexão sobre conhecimento, imaginação e o prazer de aprender.
Entrevistado: Lucas Miranda, físico, professor e divulgador científico
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Bárbara Pereira
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de definir como deve ser o uso das deepfakes pelas campanhas. Os vídeos gerados por IA estão proibidos quando o conteúdo apresentar um grau de realismo capaz de enganar o eleitor, seja criando pessoas reais, fictícias ou já falecidas. O debate reflete um risco que vai além das eleições: está em golpes financeiros, na manipulação do entendimento e da opinião das pessoas. Como não cair nessa? Perguntamos à própria IA, recorrendo também, claro, ao conhecimento especializado humano.
Entrevistada: Paula Maçaira, professora, pesquisadora e coordenadora do bacharelado em inteligência artificial da PUC-Rio.Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Elisa Martins
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
Um novo El Niño já começou a se formar, e as projeções indicam que ele pode ser tão forte quanto o de 2024, que provocou a pior seca em um século na Amazônia e as enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul. Neste episódio do Fruto da Minha Massa Cinzenta, o físico Paulo Artaxo, professor da USP e membro do IPCC (Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas), explica como funciona esse fenômeno, que tem pico previsto para o final de 2026, detalha por que as mudanças climáticas o tornam mais intenso e quais impactos ele deve trazer para a agricultura, a geração de energia e a saúde pública brasileira. O cientista também explica por que abandonar os combustíveis fósseis é a medida mais urgente para reduzir os fenômenos climáticos extremos.
Entrevistado: Paulo Artaxo, professor de física da USP, coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável, também da USP, e membro do IPCC, o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas.
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Bárbara Pereira
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
DNA não é só genética. É também história. Ele conta muito sobre quem somos e as informações que carregamos dos nossos antepassados. E se o DNA pudesse contar a história do Brasil, o que ele diria hoje? Fizemos essa pergunta à geneticista Lygia Pereira, professora da USP e coordenadora do projeto "DNA do Brasil". A iniciativa busca construir um banco de dados inédito sobre a diversidade do povo brasileiro. Os primeiros resultados trazem evidências científicas do passado de miscigenação, migrações e violência na formação do país. E mostram como a dinâmica entre indígenas, africanos e europeus aparece diretamente no DNA. O estudo ainda aponta pistas sobre o futuro, principalmente da nossa saúde. Você vai se surpreender.
Entrevistada: Lygia Pereira, professora da Universidade de São Paulo (USP), chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco e coordenadora do projeto “DNA do Brasil”
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Consultoria científica: Leandro Lobo, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, colunista da revista Ciência Hoje e autor de "Bastidores da Ciência", da Editora ICH.
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Elisa Martins
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
Neste episódio do Fruto da Minha Massa Cinzenta, a pesquisadora Aline Vieira de Carvalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), fala sobre a ameaça das mudanças climáticas ao patrimônio cultural brasileiro. Da capoeira e do jongo às paneleiras de goiabeiras, terreiros e quilombos, o episódio mostra como saberes e territórios tradicionais correm risco diante de eventos climáticos extremos, como as chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul, em 2024. A conversa aborda o racismo ambiental, o enfraquecimento do licenciamento ambiental, a carta do Terceiro Fórum de Licenciamento e o futuro dos patrimônios culturais brasileiros.
Entrevistada: Aline Vieira de Carvalho, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Bárbara Pereira Montagem e sonorização: André GarzuzeTrilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção Geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
Elas não são terras, nem são raras, mas ganharam fama e protagonismo na geopolítica mundial. Grupo de 17 elementos químicos tidos como fontes indispensáveis e insubstituíveis na confecção de produtos de alta tecnologia, as terras-raras viraram alvo de cobiça de governos e empresas pelo mundo. Mas há outro elemento pouco mencionado nessa discussão: a mineração de terras-raras traz impactos sociais, ambientais e gera resíduos radioativos que podem representar riscos importantes sem o manejo adequado. Neste episódio, o pesquisador Júlio Carlos Afonso, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mergulha na complexidade da mineração das terras-raras, explica como o Brasil deveria fazer para não repetir erros do passado e revela o que (ainda) não te contaram sobre esses elementos tão valiosos.
Entrevistado: Júlio Carlos Afonso, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Consultoria científica: Raoni Schroeder, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, colunista e editor científico da revista Ciência Hoje.
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Elisa Martins
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
A caça predatória de animais silvestres é a mais frequente e conhecida no Brasil. Mas esse debate é mais complexo do que parece: no universo da caça no país existem vários tipos, da caça para subsistência ao direito à caça reconhecido a povos indígenas ou a caça de javalis para controle populacional. É uma discussão ampla e heterogênea, que envolve temas como ilegalidade, tráfico de animais e até crime organizado, mas também práticas culturais e segurança alimentar. Neste episódio, apresentamos as celeumas e os dilemas da caça no Brasil. A existência de diferentes tipos dessas atividades dá a pista dos desafios que se apresentam quando se fala de regulamentação, fiscalização e punição.
Entrevistado: Hugo Fernandes-Ferreira, professor e pesquisador da Universidade Estadual do Ceará
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Consultoria científica: Henrique Costa, pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora, e Vinícius São Pedro, pesquisador da Universidade Federal de São Carlos
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Elisa Martins
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
Desde 1930, a Copa do Mundo nunca foi só futebol. Este episódio analisa como o torneio se tornou instrumento de política internacional e sportwashing. A partir de João Havelange, a FIFA virou mega negócio: ampliou participantes, fechou patrocínios bilionários e transformou sedes em vitrines de poder. Ditaduras como Argentina 1978 e regimes como Catar 2022 usaram a Copa para limpar imagens, enquanto Alemanha 2006 e Japão/Coreia 2002 buscaram rebranding via soft power. A Copa de 2026, com 48 seleções em EUA, México e Canadá, expõe novos desafios: tensões diplomáticas, política de fronteiras de Trump, vistos negados e o risco de o esporte virar palco de propaganda. Entre paixão e negócios, o futebol revela que a bola também rola fora das quatro linhas.
Entrevistado: Fernando Castro, professor do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Ficha técnica:
Apresentação: Alessandro Vieira e Bárbara Pereira
Coordenação de estúdio: Bárbara Pereira
Roteiro: Bárbara Pereira
Montagem e sonorização: André Garzuze
Trilha sonora: Pierluigi Piccolo
Conteúdo: Valquíria Daher e Bianca Encarnação
Produção executiva: Guilherme Rocha, Ana Beatriz Assunção, Ana Clara Hochman e Luiza Barros
Direção geral: Bianca Encarnação
Realização: Instituto Ciência Hoje
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