Era uma vez uma professora e Galileu. Galileu estava aprendendo a ler. Naquela fase gostosa de juntar as letras e descobrir as palavras. Mas, nessa junção, vinham também as saudades, as lembranças, todas as emoções que a imagem trazia à tona. Aí o que ele lia era uma mistura da realidade com a imaginação. A professora, cansada da labuta, se desesperava. Até que um dia, a professora descansada não se estressou mais com as misturas de Galileu. E ele suspirou aliviado e ela também.