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O catequista não é um agente solitário, nem um “dono” da sua turma. Ele é, porvocação, um elo de comunhão dentro da Igreja. Sua missão está enraizadana vida da comunidade e floresce na medida em que promove a unidade entre osdiversos membros do povo de Deus. A catequese nunca é um ato individual, massempre uma ação eclesial, feita com a Igreja, na Igreja e para a Igreja.
Essadimensão comunitária é essencial. O catequista precisa se sentir parte viva dacomunidade paroquial: conhecer os irmãos, participar das celebrações, colaborarcom as demais pastorais, dialogar com os responsáveis, caminhar junto com aequipe. Ser catequista é também ser construtor da comunhão, alguém queune, que acolhe, que integra.
Naprática, isso significa estar atento a tudo o que aproxima e fortalece osvínculos entre os catequizandos, suas famílias, os outros catequistas, o párocoe os demais agentes pastorais. O catequista é ponte. Ajuda a integrar ascrianças à vida da comunidade, estimula a participação dos jovens nas missas,convida os pais a se aproximarem da fé. Sua presença abre portas, cria laços,fortalece vínculos.
Acomunhão começa pela própria equipe de catequese. Trabalhar juntos, rezarjuntos, planejar em unidade, partilhar dificuldades e alegrias — tudo isso fazparte da missão. Um catequista que promove comunhão dentro da equipe estásemeando frutos que irão florescer também nas salas de catequese. A unidadeentre os que anunciam a fé é um testemunho poderoso do Evangelho.
Essadimensão comunitária também se fortalece com a corresponsabilidade. Ocatequista não é o único responsável pela evangelização. Ele colabora com ospais, com a liturgia, com a coordenação paroquial. Reconhece os dons dos outrose sabe trabalhar em conjunto. Sabe que a missão é maior do que ele e que sójuntos podemos levar adiante a obra de Deus.
Emum tempo marcado pelo individualismo, o catequista é chamado a ser sinal decomunhão e fraternidade. Sua atitude acolhedora, sua capacidade de diálogo,seu espírito de serviço e sua disponibilidade para escutar e partilhar ajudam aconstruir uma comunidade mais unida, mais viva e mais missionária.
Reflita:como você tem vivido essa dimensão comunitária? Está se envolvendo com a vidada sua paróquia? Tem promovido unidade com sua equipe? Tem ajudado seuscatequizandos a se sentirem parte da Igreja?
Peçahoje a Deus a graça de ser um verdadeiro elo de comunhão. Porque onde hácomunhão, Deus habita. E onde o catequista semeia comunhão, a catequesefloresce com frutos de amor.
Nosencontramos na próxima gota. Até lá!
By Wagner Assis De SousaO catequista não é um agente solitário, nem um “dono” da sua turma. Ele é, porvocação, um elo de comunhão dentro da Igreja. Sua missão está enraizadana vida da comunidade e floresce na medida em que promove a unidade entre osdiversos membros do povo de Deus. A catequese nunca é um ato individual, massempre uma ação eclesial, feita com a Igreja, na Igreja e para a Igreja.
Essadimensão comunitária é essencial. O catequista precisa se sentir parte viva dacomunidade paroquial: conhecer os irmãos, participar das celebrações, colaborarcom as demais pastorais, dialogar com os responsáveis, caminhar junto com aequipe. Ser catequista é também ser construtor da comunhão, alguém queune, que acolhe, que integra.
Naprática, isso significa estar atento a tudo o que aproxima e fortalece osvínculos entre os catequizandos, suas famílias, os outros catequistas, o párocoe os demais agentes pastorais. O catequista é ponte. Ajuda a integrar ascrianças à vida da comunidade, estimula a participação dos jovens nas missas,convida os pais a se aproximarem da fé. Sua presença abre portas, cria laços,fortalece vínculos.
Acomunhão começa pela própria equipe de catequese. Trabalhar juntos, rezarjuntos, planejar em unidade, partilhar dificuldades e alegrias — tudo isso fazparte da missão. Um catequista que promove comunhão dentro da equipe estásemeando frutos que irão florescer também nas salas de catequese. A unidadeentre os que anunciam a fé é um testemunho poderoso do Evangelho.
Essadimensão comunitária também se fortalece com a corresponsabilidade. Ocatequista não é o único responsável pela evangelização. Ele colabora com ospais, com a liturgia, com a coordenação paroquial. Reconhece os dons dos outrose sabe trabalhar em conjunto. Sabe que a missão é maior do que ele e que sójuntos podemos levar adiante a obra de Deus.
Emum tempo marcado pelo individualismo, o catequista é chamado a ser sinal decomunhão e fraternidade. Sua atitude acolhedora, sua capacidade de diálogo,seu espírito de serviço e sua disponibilidade para escutar e partilhar ajudam aconstruir uma comunidade mais unida, mais viva e mais missionária.
Reflita:como você tem vivido essa dimensão comunitária? Está se envolvendo com a vidada sua paróquia? Tem promovido unidade com sua equipe? Tem ajudado seuscatequizandos a se sentirem parte da Igreja?
Peçahoje a Deus a graça de ser um verdadeiro elo de comunhão. Porque onde hácomunhão, Deus habita. E onde o catequista semeia comunhão, a catequesefloresce com frutos de amor.
Nosencontramos na próxima gota. Até lá!

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