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Ser catequista é entrar numa escola que nunca termina. Quem pensa que já sabe tudosobre a fé, a Bíblia, a Igreja ou a catequese, corre um sério risco: o derepetir fórmulas vazias, de não alcançar os novos desafios ou, pior, deanunciar com superficialidade aquilo que deveria ser fonte de vida. Por isso, aformação permanente é parte essencial da identidade do catequista.Aprender não é apenas um direito — é missão contínua.
Aformação permanente é o caminho que sustenta a fidelidade e a fecundidade dacatequese. Ela permite que o catequista amadureça na fé, aprofunde osconteúdos, atualize os métodos, renove sua espiritualidade e se mantenhasensível aos sinais dos tempos. Não se trata apenas de participar de cursosou palestras, mas de viver em constante atitude de escuta, estudo e abertura àação de Deus.
ODiretório para a Catequese afirma que a formação do catequista deve serintegral e contínua, acompanhando o desenvolvimento da sua vocação ao longo dosanos. Isso significa que a Igreja reconhece que ninguém está pronto parasempre. A missão exige renovação constante, pois a realidade muda, as perguntasse transformam, os desafios se multiplicam.
Aformação permanente também é fonte de ânimo. Muitas vezes, o catequista secansa, sente-se sozinho ou desatualizado. Os encontros formativos, as partilhascom outros catequistas, a leitura de bons livros, os momentos deespiritualidade — tudo isso alimenta o coração e reacende a chama da vocação. Quempara de se formar, corre o risco de esfriar na missão.
Essaformação pode acontecer de diversas formas: encontros paroquiais regulares,escolas catequéticas diocesanas, formações online, grupos de estudo, jornadasde espiritualidade, leitura de documentos da Igreja, participação em retiros. Oimportante é manter-se em movimento, com sede de aprender e humildade parareconhecer que sempre há mais a conhecer e viver.
Tambémé papel da paróquia e da diocese oferecer oportunidades concretas e acessíveisde formação contínua. Valorizar os catequistas é, também, garantir que elestenham onde crescer, refletir e aprofundar. E, por sua vez, o catequistaprecisa ter disposição, organização e desejo sincero de se aperfeiçoar.
Pergunte-sehoje: como está sua caminhada formativa? Há quanto tempo você não faz umaatualização, não lê um bom livro, não participa de um encontro formativo? O quevocê pode fazer nos próximos meses para crescer como catequista?
Amissão que recebemos é grande demais para ser vivida no improviso. Peça hoje aoEspírito Santo que reavive em você o desejo de aprender sempre, com humildade ealegria. Porque quem cresce na fé, ajuda outros a crescerem também.
Nos encontramos napróxima gota. Até lá!
By Wagner Assis De SousaSer catequista é entrar numa escola que nunca termina. Quem pensa que já sabe tudosobre a fé, a Bíblia, a Igreja ou a catequese, corre um sério risco: o derepetir fórmulas vazias, de não alcançar os novos desafios ou, pior, deanunciar com superficialidade aquilo que deveria ser fonte de vida. Por isso, aformação permanente é parte essencial da identidade do catequista.Aprender não é apenas um direito — é missão contínua.
Aformação permanente é o caminho que sustenta a fidelidade e a fecundidade dacatequese. Ela permite que o catequista amadureça na fé, aprofunde osconteúdos, atualize os métodos, renove sua espiritualidade e se mantenhasensível aos sinais dos tempos. Não se trata apenas de participar de cursosou palestras, mas de viver em constante atitude de escuta, estudo e abertura àação de Deus.
ODiretório para a Catequese afirma que a formação do catequista deve serintegral e contínua, acompanhando o desenvolvimento da sua vocação ao longo dosanos. Isso significa que a Igreja reconhece que ninguém está pronto parasempre. A missão exige renovação constante, pois a realidade muda, as perguntasse transformam, os desafios se multiplicam.
Aformação permanente também é fonte de ânimo. Muitas vezes, o catequista secansa, sente-se sozinho ou desatualizado. Os encontros formativos, as partilhascom outros catequistas, a leitura de bons livros, os momentos deespiritualidade — tudo isso alimenta o coração e reacende a chama da vocação. Quempara de se formar, corre o risco de esfriar na missão.
Essaformação pode acontecer de diversas formas: encontros paroquiais regulares,escolas catequéticas diocesanas, formações online, grupos de estudo, jornadasde espiritualidade, leitura de documentos da Igreja, participação em retiros. Oimportante é manter-se em movimento, com sede de aprender e humildade parareconhecer que sempre há mais a conhecer e viver.
Tambémé papel da paróquia e da diocese oferecer oportunidades concretas e acessíveisde formação contínua. Valorizar os catequistas é, também, garantir que elestenham onde crescer, refletir e aprofundar. E, por sua vez, o catequistaprecisa ter disposição, organização e desejo sincero de se aperfeiçoar.
Pergunte-sehoje: como está sua caminhada formativa? Há quanto tempo você não faz umaatualização, não lê um bom livro, não participa de um encontro formativo? O quevocê pode fazer nos próximos meses para crescer como catequista?
Amissão que recebemos é grande demais para ser vivida no improviso. Peça hoje aoEspírito Santo que reavive em você o desejo de aprender sempre, com humildade ealegria. Porque quem cresce na fé, ajuda outros a crescerem também.
Nos encontramos napróxima gota. Até lá!

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