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A missão do catequista não se sustenta apenas em técnicas, planejamento ouconhecimento. Tudo isso é importante, mas não basta. O que sustenta e dásentido a toda ação catequética é a espiritualidade do catequista, a suaunião com Deus, a sua vida interior, o seu amor profundo por Jesus Cristo. Aespiritualidade é a raiz de tudo. Sem ela, a catequese se esvazia, perde sabor,torna-se um simples ensino religioso. Com ela, a catequese se transforma em encontrocom o Mistério, em anúncio vivo do Reino, em experiência de fé compartilhada.
Aespiritualidade do catequista nasce da consciência de que foi chamado por Deus.Não é apenas uma tarefa assumida, mas uma vocação acolhida com gratidão e temorsanto. Essa espiritualidade se alimenta na oração pessoal, na escuta daPalavra, na participação nos sacramentos, especialmente na Eucaristia e naReconciliação. Um catequista que reza, que silencia diante de Deus, quemergulha na liturgia, transmite algo que vai além das palavras: transmite vida,luz e presença do Espírito.
OPapa Francisco recorda que “a missão é uma paixão por Jesus, mas também umapaixão pelo seu povo”. A espiritualidade do catequista une essas duasdimensões: amor a Cristo e amor àqueles a quem é enviado. Por isso, ela tambémse manifesta na compaixão, na paciência, na escuta atenta, na humildade, noserviço alegre. O catequista que vive em comunhão com Deus se torna reflexodo rosto misericordioso do Pai.
Essaespiritualidade não é algo separado da vida. Ao contrário, é vivida nas coisassimples do dia a dia: no acolhimento de um catequizando, na preparação de umencontro com carinho, na superação de dificuldades com fé, na fidelidade mesmoquando falta reconhecimento. Cada gesto feito por amor a Deus e ao próximofortalece essa espiritualidade que dá sabor e sustento à missão.
Alémdisso, a espiritualidade do catequista é comunitária. Ela se nutre na partilhacom os irmãos, na oração em grupo, na celebração conjunta da fé. Não se tratade uma espiritualidade individualista, mas de um caminho feito em comunhão coma Igreja, com os outros catequistas, com a comunidade.
Reflitahoje: como está sua vida espiritual? Você tem reservado tempo para a oração?Tem alimentado sua fé com a Palavra e os sacramentos? Tem oferecido sua missãoa Deus como gesto de amor?
Peçaao Senhor que renove em você a chama da vocação. Que você seja não apenastransmissor de conteúdos, mas testemunha viva de uma fé que nasce doencontro diário com o Senhor.
Nos vemos na próximagota. Até lá!
By Wagner Assis De SousaA missão do catequista não se sustenta apenas em técnicas, planejamento ouconhecimento. Tudo isso é importante, mas não basta. O que sustenta e dásentido a toda ação catequética é a espiritualidade do catequista, a suaunião com Deus, a sua vida interior, o seu amor profundo por Jesus Cristo. Aespiritualidade é a raiz de tudo. Sem ela, a catequese se esvazia, perde sabor,torna-se um simples ensino religioso. Com ela, a catequese se transforma em encontrocom o Mistério, em anúncio vivo do Reino, em experiência de fé compartilhada.
Aespiritualidade do catequista nasce da consciência de que foi chamado por Deus.Não é apenas uma tarefa assumida, mas uma vocação acolhida com gratidão e temorsanto. Essa espiritualidade se alimenta na oração pessoal, na escuta daPalavra, na participação nos sacramentos, especialmente na Eucaristia e naReconciliação. Um catequista que reza, que silencia diante de Deus, quemergulha na liturgia, transmite algo que vai além das palavras: transmite vida,luz e presença do Espírito.
OPapa Francisco recorda que “a missão é uma paixão por Jesus, mas também umapaixão pelo seu povo”. A espiritualidade do catequista une essas duasdimensões: amor a Cristo e amor àqueles a quem é enviado. Por isso, ela tambémse manifesta na compaixão, na paciência, na escuta atenta, na humildade, noserviço alegre. O catequista que vive em comunhão com Deus se torna reflexodo rosto misericordioso do Pai.
Essaespiritualidade não é algo separado da vida. Ao contrário, é vivida nas coisassimples do dia a dia: no acolhimento de um catequizando, na preparação de umencontro com carinho, na superação de dificuldades com fé, na fidelidade mesmoquando falta reconhecimento. Cada gesto feito por amor a Deus e ao próximofortalece essa espiritualidade que dá sabor e sustento à missão.
Alémdisso, a espiritualidade do catequista é comunitária. Ela se nutre na partilhacom os irmãos, na oração em grupo, na celebração conjunta da fé. Não se tratade uma espiritualidade individualista, mas de um caminho feito em comunhão coma Igreja, com os outros catequistas, com a comunidade.
Reflitahoje: como está sua vida espiritual? Você tem reservado tempo para a oração?Tem alimentado sua fé com a Palavra e os sacramentos? Tem oferecido sua missãoa Deus como gesto de amor?
Peçaao Senhor que renove em você a chama da vocação. Que você seja não apenastransmissor de conteúdos, mas testemunha viva de uma fé que nasce doencontro diário com o Senhor.
Nos vemos na próximagota. Até lá!

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