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Anunciar o Evangelho nas periferias e nos contextos de exclusão é uma das tarefas maisdesafiadoras — e mais belas — da missão catequética. É lá que o coração de Deuspulsa com mais força, pois o próprio Cristo quis nascer numa estrebaria, viverentre os pobres, tocar os marginalizados e caminhar com os esquecidos. Ocatequista que assume essa missão precisa ter olhos compassivos, pésdisponíveis e um coração profundamente evangélico.
Asperiferias não são apenas geográficas. São também existenciais: crianças semafeto, jovens sem esperança, famílias marcadas pela violência, pessoas privadasde liberdade, comunidades isoladas, populações indígenas, migrantes, moradoresde rua… Há tantas realidades onde a catequese precisa chegar com humildade ecoragem! E onde, muitas vezes, ela é a única presença concreta da Igreja.
Nesseslugares, o desafio é grande: falta estrutura, falta material, falta apoio… masnunca falta sede de Deus. Mesmo onde tudo parece ausente, há uma fé viva,uma abertura silenciosa, um clamor que sobe aos céus. O catequista que atuanesses contextos é chamado a ser sinal de ternura, de proximidade, deesperança. Não basta repetir esquemas prontos — é preciso escutar a realidade,adaptar a linguagem, respeitar os ritmos e semear com paciência.
Acatequese nas periferias deve estar profundamente ligada à vida concreta. Nãopode ser apenas doutrinária — deve ser libertadora. Deve falar de um Deus queestá ao lado dos que sofrem, que ouve o grito dos pobres, que ama sem medida ospequenos. A pedagogia do amor é a única eficaz nesses espaços: amarprimeiro, acolher sempre, formar com delicadeza, anunciar com compaixão.
Ocatequista também precisa ser presença contínua. Em muitos lugares de exclusão,a catequese é interrompida por falta de agentes que permaneçam. Por isso,perseverar é já um ato profético. Estar junto, mesmo quando não há resultadosvisíveis, é anunciar o Reino. E ali, onde o mundo despreza, Deus realiza osmaiores milagres.
Éigualmente importante que a comunidade inteira se envolva. A catequese nasperiferias não deve ser obra de heróis solitários, mas de uma Igrejacomprometida, solidária e missionária. Formar catequistas dessas realidades,dar-lhes voz, escutá-los, valorizar seus saberes — tudo isso fortalece apresença da Igreja onde ela é mais necessária.
Hoje,pergunte-se: minha catequese tem sido sensível aos excluídos? Estou disposto asair do meu conforto e ir ao encontro dos que mais precisam? Como possocolaborar para que ninguém fique sem ouvir o anúncio do amor de Deus?
Peçaa Jesus, que andava pelas periferias da Galileia, que te dê os mesmos passos, omesmo olhar e o mesmo amor. Porque é nas margens que o Evangelho floresce commais força.
Até a próxima gota!
By Wagner Assis De SousaAnunciar o Evangelho nas periferias e nos contextos de exclusão é uma das tarefas maisdesafiadoras — e mais belas — da missão catequética. É lá que o coração de Deuspulsa com mais força, pois o próprio Cristo quis nascer numa estrebaria, viverentre os pobres, tocar os marginalizados e caminhar com os esquecidos. Ocatequista que assume essa missão precisa ter olhos compassivos, pésdisponíveis e um coração profundamente evangélico.
Asperiferias não são apenas geográficas. São também existenciais: crianças semafeto, jovens sem esperança, famílias marcadas pela violência, pessoas privadasde liberdade, comunidades isoladas, populações indígenas, migrantes, moradoresde rua… Há tantas realidades onde a catequese precisa chegar com humildade ecoragem! E onde, muitas vezes, ela é a única presença concreta da Igreja.
Nesseslugares, o desafio é grande: falta estrutura, falta material, falta apoio… masnunca falta sede de Deus. Mesmo onde tudo parece ausente, há uma fé viva,uma abertura silenciosa, um clamor que sobe aos céus. O catequista que atuanesses contextos é chamado a ser sinal de ternura, de proximidade, deesperança. Não basta repetir esquemas prontos — é preciso escutar a realidade,adaptar a linguagem, respeitar os ritmos e semear com paciência.
Acatequese nas periferias deve estar profundamente ligada à vida concreta. Nãopode ser apenas doutrinária — deve ser libertadora. Deve falar de um Deus queestá ao lado dos que sofrem, que ouve o grito dos pobres, que ama sem medida ospequenos. A pedagogia do amor é a única eficaz nesses espaços: amarprimeiro, acolher sempre, formar com delicadeza, anunciar com compaixão.
Ocatequista também precisa ser presença contínua. Em muitos lugares de exclusão,a catequese é interrompida por falta de agentes que permaneçam. Por isso,perseverar é já um ato profético. Estar junto, mesmo quando não há resultadosvisíveis, é anunciar o Reino. E ali, onde o mundo despreza, Deus realiza osmaiores milagres.
Éigualmente importante que a comunidade inteira se envolva. A catequese nasperiferias não deve ser obra de heróis solitários, mas de uma Igrejacomprometida, solidária e missionária. Formar catequistas dessas realidades,dar-lhes voz, escutá-los, valorizar seus saberes — tudo isso fortalece apresença da Igreja onde ela é mais necessária.
Hoje,pergunte-se: minha catequese tem sido sensível aos excluídos? Estou disposto asair do meu conforto e ir ao encontro dos que mais precisam? Como possocolaborar para que ninguém fique sem ouvir o anúncio do amor de Deus?
Peçaa Jesus, que andava pelas periferias da Galileia, que te dê os mesmos passos, omesmo olhar e o mesmo amor. Porque é nas margens que o Evangelho floresce commais força.
Até a próxima gota!

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