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Ser catequista é mais do que transmitir conteúdos ou conduzir encontros — éparticipar da vida e da missão da Igreja como discípulo e corresponsável. Nessesentido, a sinodalidade não é apenas um conceito bonito: é um modo de serIgreja em que todos caminham juntos, escutam uns aos outros, discernem emcomunidade e tomam decisões de forma participativa. O catequista, nessecontexto, é chamado a viver e promover a sinodalidade em sua missão cotidiana.
OPapa Francisco tem insistido que a sinodalidade é o caminho que Deus espera daIgreja no terceiro milênio. Isso significa abandonar atitudes autoritárias ouisoladas e abraçar um estilo de escuta mútua, diálogo e comunhão. O catequistaque vive essa espiritualidade sinodal escuta com atenção os catequizandos,valoriza a equipe, caminha em sintonia com a paróquia e com o plano pastoral dadiocese. Não age por conta própria, mas constrói em comunhão.
Sersinodal é também dar espaço à voz dos pequenos. Muitas vezes, as crianças e osjovens têm muito a dizer, mas não são escutados. O catequista sinodal é aqueleque sabe valorizar o que cada um traz, que percebe a ação de Deus nas palavrassimples dos catequizandos, que convida todos a participarem da caminhada comliberdade e responsabilidade.
Alémdisso, a sinodalidade desafia os catequistas a participarem ativamente dasdecisões da comunidade. Não apenas receber tarefas prontas, mas contribuir naelaboração dos projetos, na construção dos caminhos pastorais, na avaliação dosprocessos catequéticos. Isso exige formação, consciência e coragem. E tambémexige humildade para ouvir, para mudar de opinião, para acolher os diferentescarismas e visões.
Asinodalidade também renova os vínculos entre os diversos ministérios. Ocatequista não caminha sozinho, mas ao lado dos ministros da palavra, dosanimadores da liturgia, dos agentes da caridade, do conselho pastoral, eespecialmente, dos pastores da comunidade. O diálogo com o pároco, com oscoordenadores e com os outros serviços eclesiais fortalece a unidade e evitadivisões.
Essaforma de ser catequista é exigente, mas profundamente evangélica. Requerespírito fraterno, abertura de coração, desprendimento pessoal e desejo sincerode construir juntos. Uma catequese sinodal forma cristãos mais maduros, maiscomprometidos e mais conscientes de sua missão no mundo.
Pergunte-sehoje: tenho vivido minha missão como parte de um corpo? Tenho escutado,partilhado, contribuído e deixado o Espírito Santo conduzir a comunidade? Outenho feito tudo sozinho, sem partilha e sem comunhão?
Peçaa Deus a graça de ser catequista com coração sinodal, atento à voz de Deus quefala por meio dos irmãos. Porque evangelizar juntos é mais fecundo do queevangelizar sozinho.
Até a próxima gota!
By Wagner Assis De SousaSer catequista é mais do que transmitir conteúdos ou conduzir encontros — éparticipar da vida e da missão da Igreja como discípulo e corresponsável. Nessesentido, a sinodalidade não é apenas um conceito bonito: é um modo de serIgreja em que todos caminham juntos, escutam uns aos outros, discernem emcomunidade e tomam decisões de forma participativa. O catequista, nessecontexto, é chamado a viver e promover a sinodalidade em sua missão cotidiana.
OPapa Francisco tem insistido que a sinodalidade é o caminho que Deus espera daIgreja no terceiro milênio. Isso significa abandonar atitudes autoritárias ouisoladas e abraçar um estilo de escuta mútua, diálogo e comunhão. O catequistaque vive essa espiritualidade sinodal escuta com atenção os catequizandos,valoriza a equipe, caminha em sintonia com a paróquia e com o plano pastoral dadiocese. Não age por conta própria, mas constrói em comunhão.
Sersinodal é também dar espaço à voz dos pequenos. Muitas vezes, as crianças e osjovens têm muito a dizer, mas não são escutados. O catequista sinodal é aqueleque sabe valorizar o que cada um traz, que percebe a ação de Deus nas palavrassimples dos catequizandos, que convida todos a participarem da caminhada comliberdade e responsabilidade.
Alémdisso, a sinodalidade desafia os catequistas a participarem ativamente dasdecisões da comunidade. Não apenas receber tarefas prontas, mas contribuir naelaboração dos projetos, na construção dos caminhos pastorais, na avaliação dosprocessos catequéticos. Isso exige formação, consciência e coragem. E tambémexige humildade para ouvir, para mudar de opinião, para acolher os diferentescarismas e visões.
Asinodalidade também renova os vínculos entre os diversos ministérios. Ocatequista não caminha sozinho, mas ao lado dos ministros da palavra, dosanimadores da liturgia, dos agentes da caridade, do conselho pastoral, eespecialmente, dos pastores da comunidade. O diálogo com o pároco, com oscoordenadores e com os outros serviços eclesiais fortalece a unidade e evitadivisões.
Essaforma de ser catequista é exigente, mas profundamente evangélica. Requerespírito fraterno, abertura de coração, desprendimento pessoal e desejo sincerode construir juntos. Uma catequese sinodal forma cristãos mais maduros, maiscomprometidos e mais conscientes de sua missão no mundo.
Pergunte-sehoje: tenho vivido minha missão como parte de um corpo? Tenho escutado,partilhado, contribuído e deixado o Espírito Santo conduzir a comunidade? Outenho feito tudo sozinho, sem partilha e sem comunhão?
Peçaa Deus a graça de ser catequista com coração sinodal, atento à voz de Deus quefala por meio dos irmãos. Porque evangelizar juntos é mais fecundo do queevangelizar sozinho.
Até a próxima gota!

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