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A missão catequética é tão essencial para a vida da Igreja que não pode dependerapenas de poucos voluntários ou de quem “sempre esteve lá”. É urgente despertarnovos corações, convidar mais pessoas a descobrirem a alegria de anunciar oEvangelho e formar discípulos. Mas como fazer isso? Como motivar outros a setornarem catequistas com entusiasmo e responsabilidade?
Aprimeira e mais poderosa forma de motivar é o testemunho. Catequistasque vivem sua missão com amor, alegria e coerência inspiram naturalmente outrosa seguirem o mesmo caminho. Quando alguém vê um catequista feliz, comprometido,bem preparado e acolhedor, é tocado por dentro: “Eu também quero servir assim.”O entusiasmo contagia, e o exemplo arrasta.
Outrocaminho importante é o convite pessoal e direto. Muitas vezes, hápessoas na comunidade com dons incríveis, mas que nunca pensaram em sercatequistas porque ninguém nunca as convidou. Um olhar atento, uma palavra deincentivo, uma conversa cheia de carinho podem abrir portas que estavamfechadas por timidez, medo ou falta de autoconfiança. E não basta dizer:“Precisamos de catequistas.” É preciso dizer: “Eu vejo em você um dom para essamissão.”
Tambémajuda muito apresentar histórias concretas de transformação. Partilharos frutos da catequese, os testemunhos de catequizandos, as graças vividas nosencontros é uma forma de mostrar que ser catequista vale a pena. Mostrar quenão se trata apenas de “dar aula”, mas de fazer parte de uma missão divina,que toca almas, transforma vidas e fortalece comunidades.
Éessencial ainda garantir que os novos catequistas se sintam acolhidos eacompanhados. Muitos têm medo por acharem que não sabem o suficiente ou que nãoestão prontos. Por isso, oferecer formação básica, apoio de uma equipeacolhedora, e ambientes de partilha e oração faz toda a diferença. Ninguémnasce pronto — mas todos podem crescer na missão se forem bem acompanhados.
Amotivação também nasce da espiritualidade. Rezar pelas vocações catequéticas,pedir ao Espírito Santo que desperte corações generosos e apresentar a missãocomo um chamado de Deus — e não apenas uma necessidade humana — faz com que osnovos catequistas vejam seu serviço como resposta de amor e fé.
Pergunte-sehoje: tenho convidado outros para a missão? Meu jeito de ser catequista teminspirado ou desanimado? Estou ajudando a formar e acolher novosevangelizadores?
Peçaao Senhor que desperte em muitos corações o desejo de anunciar o Evangelho. Eque você seja instrumento dessa convocação, com palavras, com gestos e com obrilho de quem sabe que ser catequista é um presente do céu para o coraçãoda Igreja.
Até a próxima gota!
By Wagner Assis De SousaA missão catequética é tão essencial para a vida da Igreja que não pode dependerapenas de poucos voluntários ou de quem “sempre esteve lá”. É urgente despertarnovos corações, convidar mais pessoas a descobrirem a alegria de anunciar oEvangelho e formar discípulos. Mas como fazer isso? Como motivar outros a setornarem catequistas com entusiasmo e responsabilidade?
Aprimeira e mais poderosa forma de motivar é o testemunho. Catequistasque vivem sua missão com amor, alegria e coerência inspiram naturalmente outrosa seguirem o mesmo caminho. Quando alguém vê um catequista feliz, comprometido,bem preparado e acolhedor, é tocado por dentro: “Eu também quero servir assim.”O entusiasmo contagia, e o exemplo arrasta.
Outrocaminho importante é o convite pessoal e direto. Muitas vezes, hápessoas na comunidade com dons incríveis, mas que nunca pensaram em sercatequistas porque ninguém nunca as convidou. Um olhar atento, uma palavra deincentivo, uma conversa cheia de carinho podem abrir portas que estavamfechadas por timidez, medo ou falta de autoconfiança. E não basta dizer:“Precisamos de catequistas.” É preciso dizer: “Eu vejo em você um dom para essamissão.”
Tambémajuda muito apresentar histórias concretas de transformação. Partilharos frutos da catequese, os testemunhos de catequizandos, as graças vividas nosencontros é uma forma de mostrar que ser catequista vale a pena. Mostrar quenão se trata apenas de “dar aula”, mas de fazer parte de uma missão divina,que toca almas, transforma vidas e fortalece comunidades.
Éessencial ainda garantir que os novos catequistas se sintam acolhidos eacompanhados. Muitos têm medo por acharem que não sabem o suficiente ou que nãoestão prontos. Por isso, oferecer formação básica, apoio de uma equipeacolhedora, e ambientes de partilha e oração faz toda a diferença. Ninguémnasce pronto — mas todos podem crescer na missão se forem bem acompanhados.
Amotivação também nasce da espiritualidade. Rezar pelas vocações catequéticas,pedir ao Espírito Santo que desperte corações generosos e apresentar a missãocomo um chamado de Deus — e não apenas uma necessidade humana — faz com que osnovos catequistas vejam seu serviço como resposta de amor e fé.
Pergunte-sehoje: tenho convidado outros para a missão? Meu jeito de ser catequista teminspirado ou desanimado? Estou ajudando a formar e acolher novosevangelizadores?
Peçaao Senhor que desperte em muitos corações o desejo de anunciar o Evangelho. Eque você seja instrumento dessa convocação, com palavras, com gestos e com obrilho de quem sabe que ser catequista é um presente do céu para o coraçãoda Igreja.
Até a próxima gota!

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