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O que é que nos distingue dos animais?
O ser humano é um animal dotado da palavra e da linguagem que nos permite criar conceitos, nomear os objetos e os seres e construir um pensamento abstrato, atividades estas que os animais não conseguem realizar.
Mas sabem o que nos assemelha aos animais? A nossa capacidade de sobrevivência.
Senhoras e senhores, bem-vindos ao episódio do Poço.
Quando falamos de oportunidades, a verdade é que nem sempre as conseguimos visualizar.
Neste mundo, onde o sacrifício e a dor parecem ser a arma de arremeço para qualquer resultado ou objetivo que queiramos concretizar a nossa vida, não nos esqueçamos que por vezes nesta nossa jornada imparável, cíclica e quase que kármica, a oportunidade veste-se muita vezes de dor.
Para que de certa forma, conseguimos superar o que não conseguimos superar no passado e assim abraçar aquilo a que estamos destinado a ser e a ter.
Permitir é a palavra-chave no mindset.
Tudo é sobre permissão.
É permitires-te acreditares que podes ser melhor.
Deixarmos um legado significa termos presentes dentro de nós um profundo sentido de unidade, sabermos que somos diferentes dos demais e que toda a nossa personalidade e genética por muito que possa advir dos nossos ancestrais, de alguma forma vivermos neste momento onde o Passado, Presente e Futuro se interceptam, significa agir consoante o nosso coração. Consoante aquilo que trouxer maior expansão para nós e para os outros.
Um legado é isso - transformarmo-nos o suficiente para transformarmos o Mundo.
Como a física quântica já explicou claramente, o tempo é uma ilusão, então o passado, o presente e o futuro vivem no eterno agora.
Então, se mudarmos a nossa consciência no agora, mudaremos a cada vida passada, presente e futura. Porque tudo acontece agora.
Às vezes não se perguntam qual é esta dança que fazemos na vida para alcançar algo?
Dizem que o fazemos por dinheiro, há quem o faça por protagonismo.
Há quem até não faça nada e decida viver simplesmente para o queixume.
Eu sempre achei interessante a forma como nos movemos no Mundo, a forma como escolhemos os parceiros e os adversários.
E mais interessante que tudo, a forma como escolhemos mover as peças.
Há quem o faça pelo altruísmo, pelo propósito, mas tu que vais dormir de noite, tu gostas é de consciência tranquila e para chegares lá sabes que precisas de estratégia, de táticas, e claro de um belo Jogo de Xadrez.
Steve Jobs, cofundador da apple e o maior pioneiro no mundo digital, deu um discurso na Universidade de Stanford sobre um tema especial.
Podem achar que ele foi falar sobre design de produto, sobre marketing ou como uma startup escala a partir de uma garagem.
Mas não foi nada disso.
Neste discurso, Steve Jobs reconhece que nunca completou um curso superior e explica aquilo que realmente o ajudou a navegar a jornada de um empreendedor.
Este discurso é um convite a escutar o coração para descobrirmos todos o que realmente nos entusiasma.
Steve Jobs diz-nos sabem o quê?
Para seguirmos a nossa Intuição.
Afinal o que é real? O que mostramos ao Mundo ou o que está dentro de nós? E se tudo for um só? E se não for nada? E se toda a tua exposição fosse uma sombra do teu potencial. E se conseguisses gritar alto quem tu és? Não é esse teu propósito? Carregares dentro de ti, amor, perdão, compaixão e claro - a humildade.
Há toda uma sensação de overwhelming que nasce quando escalas montanhas, isto porque quando te apercebes que está a subir, o oxigénio na atmosfera diminiu. E é aí que tu aprendes que é nessa concentração de prana, de energia, de chi em que o tempo e o espaço não têm leis, é que tu consegues co-criar.
E a co-criação é fruto de um total controle mental. Um estado permanente onde o passado, o presente e o futuro se unem para te dizer que estás vivo.
É este processo contínuo de contemplação do banal que me fascina.
E a este estado puro da alma, eu chamo-lhe gratidão.
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