
Sign up to save your podcasts
Or


Para homenagear um artista que tanto inovou na sonoridade da palavra, que tal uma música que dialogue com essa busca? Para Haroldo de Campos, sugerimos a canção "Um índio", de Caetano Veloso. Embora não seja diretamente sobre ele, a letra de Caetano, com sua profundidade filosófica e sua capacidade de subverter expectativas e criar novas imagens, dialoga com a busca de Haroldo por uma linguagem que revele o "avesso" das coisas, o que está para além do óbvio. É uma canção que, de certa forma, também desconstrói e reconstrói conceitos, assim como a poesia concretista.
“Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranquilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá”
Um Índio
Caetano Veloso
By Luiz Fernando RodriguesPara homenagear um artista que tanto inovou na sonoridade da palavra, que tal uma música que dialogue com essa busca? Para Haroldo de Campos, sugerimos a canção "Um índio", de Caetano Veloso. Embora não seja diretamente sobre ele, a letra de Caetano, com sua profundidade filosófica e sua capacidade de subverter expectativas e criar novas imagens, dialoga com a busca de Haroldo por uma linguagem que revele o "avesso" das coisas, o que está para além do óbvio. É uma canção que, de certa forma, também desconstrói e reconstrói conceitos, assim como a poesia concretista.
“Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranquilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá”
Um Índio
Caetano Veloso