Mais uma vez, Jesus ressuscitado se faz presente na comunidade reunida, que, por medo dos judeus, estava com as portas trancadas. O relato deixa transparecer alguns aspectos importantes da vida da comunidade joanina no final do primeiro século.
Antes de tudo, vemos a comunidade reunida no primeiro dia da semana. Desde os primórdios do cristianismo, os cristãos se reúnem aos domingos para celebrar a páscoa semanal, meditar a Palavra, renovar a aliança com o Deus da vida e fortalecer o compromisso com a comunidade.
A Igreja deve sempre ser pensada como uma comunidade de vida. Um lugar em que homens e mulheres vivam o discipulado em sua plenitude. Uma comunidade naturalmente terapêutica, missionária, fraterna e reflexiva. Uma comunidade que impacta a vida tanto daqueles que estão dentro quanto dos que se encontram fora. Por isso, a comunidade é geradora de nova realidade de fé. No entanto, não se trata se uma fé passiva ou que produza alienação. Ao contrário, estamos diante de uma expressão de fé que conduz a comunidade a ser missionária e a anunciar a todos o projeto transformador de Jesus.
Eu sou FÁBIO CHRISTIANO!, e o Santo do Dia deste domingo, 19 de abril, faz uma reflexão sobre o Evangelho da Liturgia do 2º Domingo da Páscoa, o domingo da Misericórdia do Senhor, Jo 20, 19-31, baseado nos roteiros homiléticos da revista Vida Pastoral, escrito pelo doutora em teologia Luiz Alexandre Solano Rossi e Pe. Nilo Luza, ssp, adaptado para esta versão em áudio. Aperte o play, ouça, comente (se quiser!), siga e ative as notificações para não perder nenhum episódio e compartilhe!