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Sentar pra conversar com o Pablo Sarmento, a mente responsável pelo podcast E.M.O. (Emoções Misturam Ovos), sobre suas paixões musicais, é obviamente achar que a conversa vai girar apenas e tão somente em torno do emocore enquanto movimento musical e cultural...
Pois ledo engano.
O que podemos garantir é que, definitivamente, este é mais um daqueles papos pra você sair enriquecendo as suas playlists de sugestões musicais que andavam um tanto fora do seu radar. É pra dar play aqui, ouvir o episódio até o final e depois sair dando o play em uma porrada de outras bandas.
Confia na gente. ;)
Quem colou desta vez pra trocar uma ideia sobre paixões musicais no nosso talk show foi um convidado internacional... ou quase isso. ;)
Convocamos o querido Bruno Leo, falando diretamente da Finlândia e conhecido pelo trampo no Silêncio no Estúdio, que agora tá tocando um projeto simplesmente sensacional pra quem é apaixonado por música: um aplicativo chamado B-Side Map, que serve como um guia de viagem para turistas que querem conhecer lugares históricos do mundo da música ao redor do planeta.
Driblando o fuso horário, ele contou obviamente um pouco a respeito do crescimento do app, além de falar sobre seus (muitos) outros projetos sobre música aqui na internet... e, claro, também sobre o primeiro álbum da sua vida, aquele show inaugural, a camiseta de banda, artistas subestimados e superestimados... O pacote completo!
Aproveita e dá aquela moral pros projetos dele, pô!
Silêncio no Estúdio: https://silencionoestudio.com.br e https://www.instagram.com/silenciopodcast
O Dia na Música: https://www.instagram.com/odianamusica/
B-Side Map App: https://www.instagram.com/bsidemap.app/
A gente tá acostumado a ver ele, no @haterzasso, destilando opiniões polêmicas sobre HQs que não leu, filmes que conheceu pela sinopse e séries que dropou no primeiro episódio.
Mas vocês sabiam que o nosso querido Phillyp Leroy (@leroybjj) também tem um lado bastante musical?
Aqui, a gente abre a porteira sobre as paixões musicais de um queridão em cujo coração cabem tranquilamente Edguy, Radiohead e Backstreet Boys.
Dá o play e entra nessa viagem com a gente!
Pra você, qual é a duração ideal de um bom disco? Bom, pro nosso amigo Rafael Fleming, é algo ali em torno de 45 minutos. Tanto é que este virou o título irônico do podcast musical que ele está transformando em realidade, o Odeio Álbum Grande.
Venha ouvir a gente conversando sobre as paixões musicais dele, além de revelar as suas desventuras com uns vídeos sobre os álbuns da Taylor Swift (cantora de quem ele genuinamente gosta, é bom que se diga) e também de entregar uma destas pequenas-grandes hipocrisias da vida ao nos contar suas preferências por certos clássicos do rock progressivo bastante longos, hahahahaha
Quando a gente fala na formação clássica de uma banda de rock, inevitavelmente se pensa no quarteto vocal, guitarra, baixo e bateria. Mas falta algo, não? E o teclado? Ué, teclado não funciona em combos roqueiros? COMO ASSIM?
Pois que alguém diga isso pro Don Airey, pro Jens Johansson, pro Tuomas Holopainen, pro Jonathan Cain, pro Fábio Laguna - e, claro, pros finados e lendários Jon Lord e Ray Manzarek. Sem esquecer, é claro, da nossa entrevistada da vez, a Maíra Zapater, multifacetada tecladista da banda Simulycra.
Além de falar sobre o papel do teclado no rock (poxa, gente, "The Final Countdown"? Ou "Rainbow in The Dark"?), ela também abriu o coração sobre suas muitas paixões musicais, que passam por Beatles, Kiss, Ramones, Madonna e vão ainda mais longe.
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Quando um vídeo da Amanda entra na nossa linha do tempo do Instagram (via @amandamisturini), é meio inevitável que a gente aumente o volume pra curtir uma boa dica de metal ou aquele hardão delícia dos anos 1980. E isso vai ter bastante neste novo episódio do nosso podcast, já adianto.
Mas também vai ter a Amanda contando como, entre suas compras mais recentes de discos de vinil, foi parar um exemplar de Chitãozinho & Xororó. E como a sua estreia no mundo dos shows, antes de um presentão envolvendo um certo Axl Rose, se deu foi mesmo com o Amado Batista em pleno palco. Tudo isso em meio aos discos do coração, bandas queridas e apresentações ao vivo que marcaram a história dela.
Além de um recadinho bem importante a respeito das bandas do nosso querido underground... E sim, o episódio acabou e ela não lembrou qual é a banda que ela realmente detesta, hahahahahaha
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Um gato de apartamento é apenas e tão somente um bichinho fofo e domesticado? Ou é um felino manipulador que, apesar de pequeno, sabe bem como dominar o seu próprio território, sem nunca perder a selvageria e independência apesar dos carinhos e sachês?
Enquanto você fica aí pensando neste conceito de cunho veterinário e tenta decifrar a razão da nossa metáfora gateira, saiba que neste episódio a gente bateu um papo sobre as paixões musicais do Fabio Pelissioni (@fabiopelissioni), frontman da banda Gatos de Apartamento (@bandagatosdeapartamento), que faz um excelente rock nacional 100% autoral, cantado em português - e que você deveria demais conhecer.
Quem sabe aqui nós falamos de MIAUchel Jackson ou George MIAUchel, hein? ;)
Neste episódio do Imagina Se Pega no Ouvido, recebemos Gabriel Brandino, criador do Mosh in Hell, para uma conversa que vai muito além do peso das guitarras. Entre discos marcantes, shows inesquecíveis e histórias pessoais, ele revela como o encontro improvável entre Nirvana e sua avó ajudou a moldar sua relação com a música — e como isso evoluiu de anotações em cadernos para um dos perfis mais interessantes sobre música pesada hoje. Um papo sobre memória, afeto e o som que fica.
No novo episódio do Imagina Se Pega no Ouvido, recebemos a jornalista Bruna Barros, uma das vozes mais experientes da cobertura musical no Brasil.
Com passagens por veículos como Folha de S.Paulo, Jornal da Tarde, UOL, Rraurl e Revista Beatz, Bruna construiu uma trajetória que atravessa diferentes cenas e movimentos — do punk ao eletrônico, do clubber ao indie.
O episódio também tem um lado especialmente pessoal: para Thiago Cardim, ela foi peça-chave na construção de sua paixão pelo jornalismo musical, quando atuou como sua editora na Revista Submarino.
Entre histórias de bastidores, transformações de cena e recomendações musicais, o papo inevitavelmente passa pela devoção de Bruna ao The National, além de referências como AC/DC.
Um episódio sobre música, trajetória, memória e influência.
No novo episódio do Imagina se Pega no Ouvido, o spin-off musical do Imagina se Pega no Olho, recebemos Daniel Sollero, vocalista do irreverente Bloco Sabbath, projeto que ficou conhecido em São Paulo por fazer algo aparentemente impossível: transformar clássicos do Black Sabbath em música de carnaval brasileira.
Na conversa, falamos sobre como nasceu a ideia de misturar o peso do metal com ritmos brasileiros, a reação dos fãs quando ouviram versões carnavalescas de músicas do Sabbath e o impacto cultural desse tipo de experimentação musical.
Mas o papo vai muito além. Sollero também revela seu lado musical mais introspectivo, comenta sua paixão por bandas como Tool, Deftones e The Mars Volta, e fala sobre a relação entre festa, melancolia e criatividade no universo do rock alternativo e do metal.
Um episódio para quem ama rock, metal, carnaval, cultura musical e boas histórias de bastidores.
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