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Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.
No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.
No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.
By Jornal O TEMPONenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.
No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.
No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.