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Todo mundo, com sorte, vai precisar de apoio para se locomover um dia. Ir e vir aos 80 anos não é tão simples quanto aos 20 e a gente quase não pensa nisso. Ou não pensa de maneira institucionalizada e prática. Acessibilidade ainda é visto como algum tipo de extra, quase um benefício para pessoas com agum tipo de condição ou deficiência e essa não é a realidade Quando sonha com a construção de uma casa, aos 40 anos, um cliente não imagina que pode precisar de uma barra de apoio, ou que talvez o vão das escadas tenha que comportar um elevador no futuro. Nesse bate papo com o arquiteto e urbanista Ricardo Tempel Mesquita fica bastante claro que pensar em acessibilidade é pensar na plenitude do direito de ir e vir.
By Obra PrimaTodo mundo, com sorte, vai precisar de apoio para se locomover um dia. Ir e vir aos 80 anos não é tão simples quanto aos 20 e a gente quase não pensa nisso. Ou não pensa de maneira institucionalizada e prática. Acessibilidade ainda é visto como algum tipo de extra, quase um benefício para pessoas com agum tipo de condição ou deficiência e essa não é a realidade Quando sonha com a construção de uma casa, aos 40 anos, um cliente não imagina que pode precisar de uma barra de apoio, ou que talvez o vão das escadas tenha que comportar um elevador no futuro. Nesse bate papo com o arquiteto e urbanista Ricardo Tempel Mesquita fica bastante claro que pensar em acessibilidade é pensar na plenitude do direito de ir e vir.