Isaias Costa

Isaias Costa

By Isaias CostaEducationSelf-Improvement
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Isaias Costa episodes

  • Os momentos mais difíceis também são os de maior crescimento

    Às vezes tudo precisa sair do lugar porque já não nos encaixamos mais nas coisas como eram. Assim como algumas roupas e calçados já não nos servem mais quando crescemos fisicamente, alguns hábitos, situações e até pessoas deixam de se encaixar em nossas vidas quando crescemos de forma emocional e espiritual.

    O crescimento tem suas dores, traz seus desconfortos, nos tira do lugar, mexe com nossas certezas, nos faz rever sentimentos e procurar novos rumos, caminhos e sentidos. No meio desse processo é comum se sentir perdido, mas creia, você não está perdido, você está se transformando!
    A gente precisa se reinventar, se transformar, ter novas atitudes, deixar ir aquela roupa velha do nosso “eu antigo” e se permitir renovar. A vida muda a cada instante e quem resiste ao fluxo das transformações cria conflitos consigo e com a vida.
    O novo assusta, mas nem sempre precisamos ter todas as certezas. Muitas vezes o mais importante é ter paciência com nossas emoções e processos e permitir que a vida nos conduza ao melhor, enquanto fazemos a nossa parte.
    Os momentos em que nos sentimos mais perdidos são os momentos das maiores transformações. São como tempestades intensas que levam tudo aquilo que não tinha raízes fortes para ficar. Mas está tudo bem. Porque tempestades também passam, limpam e renovam a nossa existência de dentro para fora.
    É no casulo de nossas crises internas que na verdade sentimos as dores do parto da nossa melhor versão e vislumbramos a luz de novos caminhos.
    Apenas se lembre que você não está perdido, você está sendo direcionado a caminhos melhores!"

    Alexandro Gruber

    22 min
  • Nós somos o que fazemos repetidamente

    “O hábito e a aptidão são confirmados e se desenvolvem em suas ações correspondentes; andar por andar e correr por correr […] Portanto, se queres fazer alguma coisa, transforma-a num hábito. Se não queres fazer tal coisa, não o faças, mas adquire algum outro hábito em vez disso. O mesmo princípio está em funcionamento em nosso estado mental. Quando ficas irritado, não estás apenas experimentando esse mal, mas também reforçando um mau hábito, acrescentando combustível ao fogo.”

    Epicteto

    30 min
  • A vontade divina e a vontade carnal

    Eu desejo desejar menos. Para encontrar a paz e a realização no que é essencial. Para apreciar a beleza das cores que me envolvem. Nosso espírito está constantemente a nos proteger de alcançar coisas que não são úteis ao nosso progresso e que obscurecem a essência. Um grande desafio desta experiência terrena é despertar a Vontade e, ao mesmo tempo, acalmar o ímpeto dos desejos. A Vontade emana da nossa centelha divina, da luz que clareia os passos. Ela purifica os desejos incessantes até que eles se harmonizem com a nossa busca pelo que é Eterno.

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    A verdadeira percepção espiritual só pode ser obtida por meio da atenção plena, que leva ao esforço correto. É preciso parar de correr, escutar as nossas verdadeiras necessidades e observar para onde estamos direcionando a nossa energia. Algumas pessoas passam uma vida imersas no desejo ou na aversão. Querem algo ou não querem algo. Dificilmente conseguem se manter tranquilas na suficiência do momento presente. O excesso de ansiedade e de avidez acaba nos privando de alcançar aquilo que pode nos preencher com a satisfação profunda e duradoura.
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    A Vontade é a força enérgica da alma e nos conduz à libertação. Os desejos, quando não são inspirados pela Vontade, nos aprisionam. Nos acostumamos a caminhar movidos pelos desejos, mas cada vez mais distantes das aspirações da alma. Às vezes, é preciso parar de procurar para encontrar o que realmente buscamos. É quando a divina Vontade prevalece e nos leva montanha acima, nutrindo-nos com paciência, sabedoria e constância. Abrimos espaço para criar inspirados pela luz radiante da consciência.
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    Todos os dias, temos a oportunidade de estabelecer metas mais elevadas e de canalizar o nosso infinito poder criador para manifestá-las. Os desejos continuarão a nos acompanhar por aqui. Mas, alinhados com a Vontade do Espírito, a nossa joia mais pura, eles passarão a nos servir, e não o contrário. Desejaremos ardentemente o que sacia a nossa sede por amor, união e eternidade. Abrigados no coração do aprendiz, Vontade e desejo destroem os muros da ilusão e erguem os palácios da transcendência.

    Felipe Rocha

    21 min
  • Só ensine aquilo que você vivencia na prática

    “Aqueles que recebem meras teorias de imediato querem vomitá-las, como um estômago irritado faz com a comida. Primeiro digere tuas teorias e não as vomitarás. De outro modo, elas serão cruas, estragadas e não nutritivas. Depois que as tiveres digerido, mostra-nos as mudanças em tuas escolhas racionais, assim como os ombros dos ginastas exibem sua dieta e treinamento, e a habilidade de artesãos mostra o que aprenderam.”

    Epicteto

    19 min
  • A nossa grande missão é trabalhar a autocura

    “A única missão que temos ao estar neste planeta é a de realizar a auto-cura. Esse é o propósito que tanto se procura, e não qualquer outra coisa. E a própria vida se encarrega de trazer as experiências e os relacionamentos necessários para que tal cura seja estabelecida.


    Em seu DNA está armazenada uma série de informações, potenciais e debilidades que o farão atrair as experiências necessárias para ficar diante daquilo que precisa ser transcendido e purificado.


    Curar-se significa abandonar a ilusão do medo e aceitar o amor como guia interior. Só isso. É tão simples que o ego não aceita e cria uma série de subterfúgios mentais para distância-lo da sua verdadeira missão.


    O problema que gera uma enorme distração, é alguém não olhar para este objetivo e acreditar que está aqui para salvar o mundo e curar os outros.


    Todos acham que possuem uma missão com outra pessoa ou com o coletivo, e daí por diante acham que entram na vida do outro para salvá-lo, perdendo assim um enorme tempo tentando mudar e curar aquele que é o seu próprio objeto de cura. Uma grande inversão de papéis que cria carmas de longas datas e que mantém a humanidade nesse ciclo interminável de nascimento e morte.


    Você recebe o dinheiro que precisa, a profissão que precisa e as pessoas que precisa para trabalhar sobre si mesmo. Portanto, mude a sua percepção e compreenda que todos aqueles que estão ao seu redor são anjos que estão mostrando aspectos escondidos, não compreendidos e negados por você, inclusive aqueles que fazem aquilo que você chama de mal.


    Tudo diz respeito a você, sempre.

    Toda experiência e toda relação é uma oportunidade de cura. Use o outro como espelho e permita-se olhar aquilo que te incomoda, deixando assim que a luz ilumine a escuridão e a cura chegue até você.”


    Dr. Vinícius Maia

    27 min
  • Quando diminuímos o querer, o essencial nos preenche

    Aqueles que correm demais perdem a apreciação das paisagens. Aqueles que buscam demais não encontram. Até que decidam agir com naturalidade, sob a guiança serena da essência. Sem aguardar recompensas ou resultados. Acalmando a tensão dos opostos e a agitação da mente, alcançamos a reconciliação com a paz profunda do Eterno. Talvez o Caminho nos convide a fazer menos, para que as coisas se façam por elas mesmas. Somente o coração transparente e tranquilo pode nos apontar a melhor direção. Quando se cala o querer, o que nos sobra? O que é essencial.

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    Livrem-se do esforço exaustivo associado aos desejos e às paixões... Movam-se no ritmo sereno da Natureza, conduzidos por aquele balanço perfeito e constante do mar que se move tão espontaneamente, sem precisar pensar em fazê-lo. Abandonem o esforço artificial e se aproximem do movimento natural, aquele desprovido do peso do querer. Há uma força harmoniosa que conduz todas as coisas ao seu porto de chegada. Uma corrente de ar que percorre o seu caminho entre as montanhas e que repousa no coração de quem aprendeu a ler a poesia do Espírito.
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    Valorizem o repouso entre cada passo. Abandonem a pressa, a ansiedade e as expectativas. Tudo isso gera ruídos que nos impedem de escutar a sublime melodia do silêncio. Voltem o rosto para a eternidade e as coisas transitórias vão se ajustar com mais suavidade, sem tanta interferência ou preocupação. Confiem no fluxo, unam-se a ele. Pois o controle é um labirinto sem saída. Observem o curso da sua natureza interna e entreguem-se aos bons ventos da providência. Deixem que o Vazio devolva a quietude ao Templo.
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    Coragem mesmo é se entregar, sem medo, aos desígnios do Mistério. Quando acalmamos a ânsia dos desejos, nossas ações geram frutos mais maduros e saborosos, inspiradas pela disposição enérgica do espírito. Encontramos o ponto de equilíbrio entre a angústia e a euforia, o lugar onde tudo se realiza. Compreendemos que a vida deve seguir o seu curso e seguimos com ela, confiantes e pacientes. Nossos olhos não se perdem mais em horizontes distantes. Repousam na imensidão do Ser. Ali, tudo é belo. Tudo É.


    Felipe Rocha

    25 min
  • O seu trabalho é o seu amor transformado em visível

    “No livro O Profeta, o autor Khalil Gibran escreveu que “o seu trabalho é o seu amor transformado em visível”.

    Um dos meus mentores me perguntou estes dias “como o seu trabalho pode ser um pouco mais do seu amor transformado em visível essa semana?”

    O universo não tem braços, a não ser os nossos. Quando a gente consegue encontrar formas de tornar o nosso amor visível por meio do nosso trabalho, a gente também está tornando o amor do universo visível. A gente está se colocando a serviço. E outras pessoas percebem e sentem esse amor. E se inspiram para também tornarem o amor delas visível por meio do trabalho delas.

    Todos nós temos listas imensas de coisas por fazer. Ideias de projetos novos que queremos botar no mundo. E, muitas vezes, não temos ferramentas adequadas para decidir por onde começar, ou como realizar tudo o que queremos.

    O resultado é que passamos o dia todo ocupados fazendo coisas, mas no final do dia, estamos frustrados e deprimidos porque descobrimos que não evoluímos nem um tiquinho na direção que o nosso coração aponta.

    Como o seu trabalho pode ser um pouco mais do seu amor transformado em visível?

    Deixe que essa pergunta guie você essa semana quando for determinar quais projetos devem ir pra frente, ou como você deve tocar esses projetos ou executar as suas tarefas.”

    Paula Abreu

    26 min
  • A confiança mútua é a base estrutural dos relacionamentos

    Sem Confiança não dá!- por Maria Cristina Tanajura

    É tão mais fácil a gente ser verdadeiro, dizer exatamente o que sente. Por que vivemos procurando subterfúgios para não falar o que sabemos ser a nossa visão do fato e construimos elaboradas teses que são mentirosas e nada explicam, não possuindo qualquer valor?

    Sinto que muitas pessoas preferem viver assim. Escondem-se, não se revelam nem para as pessoas mais íntimas e se queixam porque não são amadas, ou vivem na solidão.

    Como se pode amar alguém que não sabemos quem realmente é? Se há sempre algo no que essa pessoa diz, ou faz, que não se encaixa na ideia de quem ela é, que foi construída dentro de nós, a partir das experiências vividas com ela?

    É como se estivéssemos sempre pisando num terreno pantanoso que não sustenta nossos passos. É firme em alguns momentos e logo adiante é fofo e nos faz quase afundar.

    Sem confiança e verdade, nada pode ser construído entre duas pessoas. O mínimo de respeito pelo outro nos impele a pensar nele e na decepção que lhe causaremos se resolvermos mentir, fingir, sem coragem de declarar qual a razão de nossas atitudes.

    Estamos vivendo num mundo repleto de mentiras em todos os setores e o aprendizado do fingimento está conseguindo sempre mais adeptos... Na realidade, estas são pessoas fracas e que se negam a enfrentar a consequência do que fazem. Fingem ser boas, quando são apenas pessoas descaracterizadas, despersonalizadas, doentes e fingidas que vestem máscaras para se "darem bem" sempre!

    Já vivi num tempo em que a palavra dada era respeitada! Não se precisava assinar documentos complicados que atestassem a validade dela. Infelizmente, hoje em dia, mesmo os acordos escritos e reconhecidos juridicamente, nem sempre têm valor.

    Como poderemos construir uma sociedade que seja razoavelmente feliz se não podemos confiar em quase ninguém? Adiantaria aprender também a mentir, a trapacear? Isso diminuiria a nossa dor, ou aumentaria o caos em que vivemos?

    As mudanças precisam acontecer e podemos fazê-las parte de nossas vidas, procurando ser mais honestos conosco mesmos e com o outro, principalmente com aquele que se chegou até nós desarmado, amoroso, procurando com o relacionamento construir algo positivo e duradouro.

    A confiança mútua é a base estrutural dos relacionamentos. Qualquer pessoa que encontremos em nossas vidas merece ser tratada com respeito e consideração. Mesmo a verdade que vai magoar em um dado instante é melhor do que a mentira usada com o pretexto de não fazer o outro sofrer... e que vai causar um resultado muito pior para o relacionamento. O amor e o afeto verdadeiros são capazes de perdoar um erro, mas a desconfiança tira a condição mínima do relacionamento ter um futuro feliz.

    Conhecerás a Verdade e ela vos libertará, já dizia o Mestre Jesus há tantos séculos atrás e fingimos não ter ouvido... continuamos a viver falsidades e a fazer trapaças, tirando das pessoas a confiança na própria vida.

    Fingimento, hipocrisia, desonestidade, fraqueza de caráter - pragas sociais que precisam ser erradicadas, para que possamos ter uma vida realmente digna e saudável. Podemos começar com os mais próximos: filhos, companheiros, amigos e cada atitude dessas servirá para iluminar um pouco a escuridão sombria deste nosso planeta.

    Coragem pra ser fiel ao que acredita, à própria consciência, ao que sabe ser a voz do seu coração! Ou continuaremos a viver tateando na bruma, sem encontrar o caminho, caindo e muitas vezes sem saber como levantar.

    Sem Verdade e sem a Luz interior para nos guiar, pra onde iremos?

    22 min

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Reflexões filosóficas a partir de lindas músicas, quase sempre de artistas pouco conhecidos.