Todos os anos, a liturgia do 4º domingo da Páscoa utiliza um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, o que justifica o título de “domingo do Bom Pastor” atribuído a este dia, uma vez que, no referido capítulo, Jesus é apresentado como o “Bom Pastor”.
A imagem do pastor sempre foi muito cara a Israel, um povo de origens ligadas à vida pastoril. Por isso, desde o Antigo Testamento foi aplicada a Deus, o pastor por excelência, e às lideranças políticas e religiosas. Essa imagem está explicitamente presente na liturgia de hoje no salmo, na segunda leitura e no evangelho. Implicitamente, é possível identificá-la também na primeira leitura, pois aceitar o Ressuscitado como Senhor e Cristo é, acima de tudo, reconhecê-lo como pastor.
Oportunamente, o papa São Paulo VI instituiu este domingo também como o “dia mundial de oração pelas vocações sacerdotais e religiosas”, conferindo grande responsabilidade à Igreja ao celebrar este dia: reconhecer o pastoreio único do Cristo ressuscitado e ajudar a suscitar homens e mulheres para viver e agir à sua maneira, cuja característica principal é a capacidade de amar em profundidade, a ponto de dar a vida pelo outro.
Eu sou FÁBIO CHRISTIANO!, e o Santo do Dia (com participação especial de Agatha Christie) deste domingo, 3 de maio, faz uma reflexão sobre o Evangelho da Liturgia do 4º Domingo da Páscoa, Jo 10, 1-10, baseado nos roteiros homiléticos da revista Vida Pastoral, escrito pelo doutor em teologia Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues e Pe. Paulo Bazaglia, ssp, adaptado para esta versão em áudio. Aperte o play, ouça, comente (se quiser!), siga e ative as notificações para não perder nenhum episódio e compartilhe!