Hoje, voltamos com o 1º episódio da 2ª temporada.
Gostava de olhar para Portugal e encontrar sinais inequívocos de que estamos finalmente a enfrentar os problemas que determinam o nosso futuro. Gostava de acreditar que a produtividade, a educação, a competitividade, a soberania e a capacidade estratégica tinham regressado ao centro das prioridades nacionais.
Mas os dados, as escolhas políticas e o debate público conduzem-nos, demasiadas vezes, à conclusão contrária.
Portugal parece ter-se habituado a crescer pouco, a produzir pouco valor, a pagar salários baixos e a discutir intensamente assuntos que, por muito mediáticos que sejam, pouco ou nada alteram o destino coletivo.