Jeremias, um gato, personagem de um novo texto de uma amiga minha, observa com sarcasmo o quotidiano empobrecido dis seus tutores. Interroga-se por que raio nao sonham estes humanos, nem brincam, nem dormem sestas gigantes. Um olhar que, por distante e plástico ser, nos convida a questionar as zonas de conforto em que nos escondemos diariamente.