Jesus não é meu Senhor - Mario Persona (mp3) http://files.3minutos.net/evangelho/Jesus-nao-meu-Senhor.mp3 https://youtu.be/-SFan4VKndg Jesus não é meu Senhor Mario Persona Quando Davi escolheu o seu – vamos chamar assim – ministério, a sua equipe, há uma passagem que fala que ele escolheu de cada tribo um grupo de homens com características especiais: de luta, de inteligência e tem um momento em que diz que ele escolheu um grupo de homens que conhecia o seu tempo, que sabia discernir o seu tempo. Porque, caso Israel partisse para a guerra, eles teriam discernimento das coisas que estavam acontecendo ao seu redor. Ainda que o cristão não tenha seu lugar neste mundo e procure não interferir nas coisas deste mundo, ele faz bem em perceber o que está acontecendo ao redor, porque Deus, obviamente, está no comando de todas as coisas. Este ano de 2016, vimos acontecimentos que pegaram a mídia e as pessoas de surpresa. Dois eventos que são importantíssimos para a economia do mundo, para o andamento das nações. Um foi em junho, com o Brexit, quando ocorreu uma votação na Inglaterra para decidir se eles deveriam continuar como parte da Europa unida, a União Europeia, ou se deveriam se separar. E obviamente, a separação causa agora mudanças tremendas na economia da Europa e da Inglaterra. Empregos, pessoas que podiam trabalhar na Inglaterra porque tinham cidadania europeia e agora precisam ter a cidadania britânica para poder trabalhar. Muda tudo! Coisas que foram conquistadas ao longo do tempo, precisam ser mudadas. Mas, quando houve a votação, fizeram uma enquete com a população inglesa e as pesquisas apontavam que, nos momentos finais, a maioria iria querer que a Inglaterra continuasse como parte da União Europeia, mas quando veio o resultado da votação, deu o contrário. Todo o mundo ficou pasmo. Como aconteceu isso? E agora nesta semana as eleições dos Estados Unidos, que é outro evento importantíssimo para o mundo inteiro. Sabemos que é a maior economia e maior poderio militar do mundo. Nós sabemos também que o presidente americano tem características especiais, diferentes por exemplo de um presidente brasileiro, uma vez que o Brasil tem um sistema de governo com três poderes, o Executivo, Legislativo e Judiciário. Todavia o presidente é apenas um desses três poderes. Ele não tem um poder absoluto, um poder maior como tem nos Estados Unidos. Lá o presidente é também chefe das Forças Armadas. Ele, em caso de guerra, é quem comanda o exército do país. Quando há uma eleição num país onde seu presidente vai ser aquele que terá o isqueiro para criar uma fogueira atômica no mundo, é claro que isso preocupa toda a humanidade. E foi a mesma coisa: todas as pesquisas apontavam que quem iria ganhar seria a Hillary, mas na última hora, quem venceu foi o Trump. E de repente, aqueles que eram a favor da liberdade, a favor da livre expressão, os modernos, os liberais, saem às ruas acusando Trump de querer quebrar o país, de querer destruir a América. E eles saem à ruas destruindo a América, quebrando vidraças, destruindo carros, mostrando assim que o homem, o ser humano, por melhor que seja sua fachada de politicamente correto, quando pisam no seu pé, fica bravo e quer garantir, geralmente, não os seus deveres, mas os seus direitos! E ali vemos agora toda uma incógnita de como será esse país, de como será esse governo. É claro que em uma coisa o cristão fica tranquilo: em saber que Deus está por trás de todas essas coisas. Em saber que não cai uma folha de uma árvore, sem que seja da vontade de Deus. Eu estava assistindo uma série histórica muito interessante, na Netflix, chamada The Crown, sobre a Rainha Elizabeth, da Inglaterra, quando começou o seu reinado. E há uma cena que eu até anotei, porque achei interessantíssima, que mostra o diálogo que ela tem com sua avó Mary. Havia a rainha mãe, e a rainha Elizabeth e todas eram rainhas, mas Elizabeth era “a rainha”, porque ela estava no trono agora, ela era quem tinha o poder. E nesse diálogo