"Eu sou gay, e sou um governador gay. Não sou um gay governador.”
A declaração de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, que assumiu publicamente sua orientação sexual na sexta passada no programa “Conversa com Bial”, lhe garantiu muito apoio e muitas críticas. O primeiro grupo saudou o posicionamento como um importante exemplo em favor da diversidade e da inclusão. As condenações se concentraram no fato de ele ter declarado voto em Bolsonaro, que não economiza suas falas homofóbicas. Há ainda aqueles que veem nisso uma jogada política.
De toda forma, isso abriu um importante debate. Em um país com recalcitrante comportamento conservador, declarar-se gay em cadeia nacional ajuda ou atrapalha um político, ainda mais um presidenciável? E podemos extrapolar isso: expor a orientação sexual pode afetar a carreira de qualquer profissional?
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Esses são os assuntos dessa edição:
- Ao assumir ser gay, governador do RS abre debate sobre homossexualidade na política e no trabalho
- Empresas resistem à lei que promove a igualdade de salários entre homens e mulheres
- Mais de 150 mil cancelam a TV por assinatura em maio, e base retrocede em uma década
- Desligamento de supercomputador do Inpe pode causar apagão na previsão do tempo
- “Notícia bizarra”: pais de crianças chamadas Alexa protestam contra Amazon
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