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A edição do Jornal Jovem Pan desta quinta-feira (23) traz os principais destaques do Brasil e do mundo:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender o uso de moedas locais e a busca por alternativas ao dólar nas transações comerciais internacionais. A declaração foi feita durante visita oficial à Indonésia, às vésperas de um esperado encontro com o presidente Donald Trump, na Malásia. Lula afirmou que o Brasil e a Indonésia não podem ser dependentes de nenhuma moeda e que o século XXI exige coragem para mudar o comércio global.
A Câmara dos Deputados rejeitou um recurso e manteve a aprovação do Projeto de Lei (PL) 3640/23, que visa limitar as decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação em Plenário foi de 344 votos contrários ao recurso e 95 favoráveis. O texto determina que decisões individuais dos ministros deverão ser submetidas ao colegiado na sessão seguinte, sob risco de perderem a validade, buscando corrigir distorções. Reportagem de Janaína Carneiro.
Durante sua passagem por Jacarta, também na Indonésia, o presidente Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato presidencial em 2026. Ao lado do presidente Prabowo Subianto, o petista afirmou ter “a mesma energia de quando tinha 30 anos” e garantiu estar preparado para concorrer novamente ao cargo. Reportagem de André Anelli.
O professor de relações internacionais da ESPM, Gunther Rudzit, analisou a declaração do presidente Donald Trump, que afirmou que os Estados Unidos “não vão parar até erradicarem os cartéis de drogas na América Latina”. Segundo Rudzit, a postura de Trump dá legitimidade às ações militares e mostra que o republicano “não está preocupado com a opinião pública de outros países”, priorizando a satisfação de sua base eleitoral.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, relator das ações sobre as Emendas Pix, descartou a possibilidade de perdão ou anistia a irregularidades no uso desses recursos por estados e municípios. A decisão, publicada após audiência pública no Supremo, reforça a exigência de transparência e rastreabilidade na aplicação das verbas. Dino afirmou que, “como se trata de dinheiro público, não há como o STF assumir anistia”. Reportagem de Janaína Carneiro.
Essas e outras notícias você confere no Jornal Jovem Pan.
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By Jovem PanA edição do Jornal Jovem Pan desta quinta-feira (23) traz os principais destaques do Brasil e do mundo:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender o uso de moedas locais e a busca por alternativas ao dólar nas transações comerciais internacionais. A declaração foi feita durante visita oficial à Indonésia, às vésperas de um esperado encontro com o presidente Donald Trump, na Malásia. Lula afirmou que o Brasil e a Indonésia não podem ser dependentes de nenhuma moeda e que o século XXI exige coragem para mudar o comércio global.
A Câmara dos Deputados rejeitou um recurso e manteve a aprovação do Projeto de Lei (PL) 3640/23, que visa limitar as decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação em Plenário foi de 344 votos contrários ao recurso e 95 favoráveis. O texto determina que decisões individuais dos ministros deverão ser submetidas ao colegiado na sessão seguinte, sob risco de perderem a validade, buscando corrigir distorções. Reportagem de Janaína Carneiro.
Durante sua passagem por Jacarta, também na Indonésia, o presidente Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato presidencial em 2026. Ao lado do presidente Prabowo Subianto, o petista afirmou ter “a mesma energia de quando tinha 30 anos” e garantiu estar preparado para concorrer novamente ao cargo. Reportagem de André Anelli.
O professor de relações internacionais da ESPM, Gunther Rudzit, analisou a declaração do presidente Donald Trump, que afirmou que os Estados Unidos “não vão parar até erradicarem os cartéis de drogas na América Latina”. Segundo Rudzit, a postura de Trump dá legitimidade às ações militares e mostra que o republicano “não está preocupado com a opinião pública de outros países”, priorizando a satisfação de sua base eleitoral.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, relator das ações sobre as Emendas Pix, descartou a possibilidade de perdão ou anistia a irregularidades no uso desses recursos por estados e municípios. A decisão, publicada após audiência pública no Supremo, reforça a exigência de transparência e rastreabilidade na aplicação das verbas. Dino afirmou que, “como se trata de dinheiro público, não há como o STF assumir anistia”. Reportagem de Janaína Carneiro.
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