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"Nunca abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé."
"Lavo as minhas mãos na inocência; e assim andarei, Senhor, ao redor do teu altar. Para publicar com voz de louvor, e contar todas as tuas maravilhas."
Onde se discute a tênue linha que separa a gratificação de fãs e a integridade frustrante de uma obra, se analisa o drama cotidiano que sufoca o que deveria ser empolgante e grandioso, se debate até que ponto é ou não apropriado ser o único fantasiado de um grupo de pessoas boas demais para isso e se dá uma única conclusão para todos esses pontos, conclusão essa que se resume a quão mal ator Finn Jones parece ser. Também se mergulha fundo nas múltiplas interpretações do mais intenso livro de Stephen King (se essa é nossa opinião, então deve ser tratada como verdade universal) e se tenta analisar a inevitável ainda que tardia adaptação cinematográfica com o máximo de separação possível, ainda que se deixe escapar certas notas da flagrância de decepção que exala do filme. Outras conclusões são tiradas, como a que diz respeito a Death Note e sua não-tão-ruim-assim adaptação, e percebe-se uma estranha ausência de blocos dedicados a desabafos, auto-ajuda, militância gay, religiões de matriz africana ou falta de preparo para enfrentar o mundo material. Também não se fala nada a respeito de Bolsonaro, mas tenho a impressão de que esse assunto ainda está para ser tratado no podcast.
Featuring music: Baco Exu do Blues - Abre Caminho e niLL - Meliodas. Emails serão bem vindos em [email protected]
(00:02:02-00:34:40) Iron Fist
By The Knurd Project5
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"Nunca abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé."
"Lavo as minhas mãos na inocência; e assim andarei, Senhor, ao redor do teu altar. Para publicar com voz de louvor, e contar todas as tuas maravilhas."
Onde se discute a tênue linha que separa a gratificação de fãs e a integridade frustrante de uma obra, se analisa o drama cotidiano que sufoca o que deveria ser empolgante e grandioso, se debate até que ponto é ou não apropriado ser o único fantasiado de um grupo de pessoas boas demais para isso e se dá uma única conclusão para todos esses pontos, conclusão essa que se resume a quão mal ator Finn Jones parece ser. Também se mergulha fundo nas múltiplas interpretações do mais intenso livro de Stephen King (se essa é nossa opinião, então deve ser tratada como verdade universal) e se tenta analisar a inevitável ainda que tardia adaptação cinematográfica com o máximo de separação possível, ainda que se deixe escapar certas notas da flagrância de decepção que exala do filme. Outras conclusões são tiradas, como a que diz respeito a Death Note e sua não-tão-ruim-assim adaptação, e percebe-se uma estranha ausência de blocos dedicados a desabafos, auto-ajuda, militância gay, religiões de matriz africana ou falta de preparo para enfrentar o mundo material. Também não se fala nada a respeito de Bolsonaro, mas tenho a impressão de que esse assunto ainda está para ser tratado no podcast.
Featuring music: Baco Exu do Blues - Abre Caminho e niLL - Meliodas. Emails serão bem vindos em [email protected]
(00:02:02-00:34:40) Iron Fist