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O laço vai apertando nos principais bancos centrais do mundo para elevar juros, e também nos países emergentes. Entre os desenvolvidos, os EUA saíram na frente e, dentre os emergentes, o Brasil despontou, depois de levar a taxa Selic até 2%. Os EUA aceleraram ajustes e pretendem encerrar o tapering no início de março e elevar juros também em março, seguindo depois para redução do volume de ativos carregados, de forma mais rápida. Aqui, o Bacen elevou a Selic para 10,75%, falou em reduzir ritmo de alta, mas a expectativa é que a taxa no final do ciclo esteja perto de 12,25%, para ter a inflação perto do teto da meta em 2022 e 2023.
Mas não para por aí. O BOE (BC inglês) elevou novamente os juros para 0,50% nesta semana, mas quatro dos nove membros do comitê queriam taxa mais alta em 0,75%, numa postura mais agressiva. O BCE (BC europeu) é que manteve a política monetária estabilizada, mas reduzindo compras de ativos, e lá a pressão por altas dos juros também é forte, e deve acontecer na virada do terceiro para o quarto trimestre do ano. Enquanto isso, a inflação vai fazendo suas vítimas no planeta.
By Banco ModalO laço vai apertando nos principais bancos centrais do mundo para elevar juros, e também nos países emergentes. Entre os desenvolvidos, os EUA saíram na frente e, dentre os emergentes, o Brasil despontou, depois de levar a taxa Selic até 2%. Os EUA aceleraram ajustes e pretendem encerrar o tapering no início de março e elevar juros também em março, seguindo depois para redução do volume de ativos carregados, de forma mais rápida. Aqui, o Bacen elevou a Selic para 10,75%, falou em reduzir ritmo de alta, mas a expectativa é que a taxa no final do ciclo esteja perto de 12,25%, para ter a inflação perto do teto da meta em 2022 e 2023.
Mas não para por aí. O BOE (BC inglês) elevou novamente os juros para 0,50% nesta semana, mas quatro dos nove membros do comitê queriam taxa mais alta em 0,75%, numa postura mais agressiva. O BCE (BC europeu) é que manteve a política monetária estabilizada, mas reduzindo compras de ativos, e lá a pressão por altas dos juros também é forte, e deve acontecer na virada do terceiro para o quarto trimestre do ano. Enquanto isso, a inflação vai fazendo suas vítimas no planeta.