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Um episódio que começa caótico, passa por notícias aleatórias e desemboca numa pergunta simples que quase ninguém responde com facilidade: por que é tão difícil ligar pros pais? Entre conversas atravessadas, histórias pessoais e associações improváveis, o papo vai se organizando no improviso — do jeito que essas relações costumam ser.
A discussão gira menos em grandes conflitos e mais no cotidiano: o assunto que nunca falta, o silêncio constrangedor, a mensagem sem contexto, o jeito torto de demonstrar afeto. Nem sempre é abraço ou declaração — às vezes é futebol, comida, religião, piada repetida ou uma preocupação mal formulada. É sobre aceitar que cada um ama com o repertório que tem.
Sem lição de moral e sem final edificante, o episódio propõe só isso: talvez ligar sem saber muito bem o que dizer já seja suficiente. Um papo sobre família, ruído, tentativa e o desconforto honesto de se manter em contato.
By Agência de PodcastUm episódio que começa caótico, passa por notícias aleatórias e desemboca numa pergunta simples que quase ninguém responde com facilidade: por que é tão difícil ligar pros pais? Entre conversas atravessadas, histórias pessoais e associações improváveis, o papo vai se organizando no improviso — do jeito que essas relações costumam ser.
A discussão gira menos em grandes conflitos e mais no cotidiano: o assunto que nunca falta, o silêncio constrangedor, a mensagem sem contexto, o jeito torto de demonstrar afeto. Nem sempre é abraço ou declaração — às vezes é futebol, comida, religião, piada repetida ou uma preocupação mal formulada. É sobre aceitar que cada um ama com o repertório que tem.
Sem lição de moral e sem final edificante, o episódio propõe só isso: talvez ligar sem saber muito bem o que dizer já seja suficiente. Um papo sobre família, ruído, tentativa e o desconforto honesto de se manter em contato.