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Sem dúvida alguma, a tônica do nosso diálogo com os irmãos desnorteados é a paciência, apoiada na compreensão e na tolerância. Nada de precipitações e ansiedades. Bastam as ansiedades do irmão que nos visita e, se pretendemos minorá-las, temos que contrapor, às suas aflições, a nossa tranquilidade. Se o companheiro é agressivo e violento, o esforço deve ser redobrado, da nossa parte, em não nos deixarmos envolver pela sua “faixa”. A voz precisa continuar calma, em tom afável, sem precisar ser melosa; mas é imprescindível que seja sustentada pela mais absoluta sinceridade e por um legitimo sentimento de amor fraterno, sem pieguice.
By Moisés SantosSem dúvida alguma, a tônica do nosso diálogo com os irmãos desnorteados é a paciência, apoiada na compreensão e na tolerância. Nada de precipitações e ansiedades. Bastam as ansiedades do irmão que nos visita e, se pretendemos minorá-las, temos que contrapor, às suas aflições, a nossa tranquilidade. Se o companheiro é agressivo e violento, o esforço deve ser redobrado, da nossa parte, em não nos deixarmos envolver pela sua “faixa”. A voz precisa continuar calma, em tom afável, sem precisar ser melosa; mas é imprescindível que seja sustentada pela mais absoluta sinceridade e por um legitimo sentimento de amor fraterno, sem pieguice.