
Sign up to save your podcasts
Or


Leitura do capítulo 05 do Evangelho de Lucas da Bíblia nova versão internacional.
⸻
Devocional:
Há momentos na vida em que a graça se revela não apenas no toque de Deus,
mas também nos ombros que nos carregam até Ele.
O Evangelho de Lucas descreve, no capítulo 5, versículos 17 a 26, um desses encontros que mudam destinos.
“Vendo a fé que eles tinham…”
É quase um sussurro divino, revelando que a fé não é apenas individual —
ela pode ser compartilhada, sustentada, carregada por mãos amigas.
Os quatro homens que levaram o paralítico não pediram palavras bonitas,
não buscaram reconhecimento; apenas abriram caminho —
se preciso, pelo telhado — para que a misericórdia alcançasse aquele que amavam.
E Jesus, que sempre faz mais do que esperamos,
não apenas curou o corpo.
Antes, tocou a ferida invisível, aquela que paralisa a alma:
os pecados foram perdoados.
Cristo olhou para além da urgência humana
e respondeu à eternidade.
Nesse gesto, aprendemos duas verdades que se entrelaçam:
a importância de ter amigos que nos aproximam de Deus
e a responsabilidade de sermos esse tipo de presença na vida de alguém.
Amizades que rompem telhados, que insistem quando a porta está cheia,
que colocam o outro diante de Jesus mesmo quando falta força própria.
E nós?
Quem nos cerca? Quem nos leva mais perto do Senhor?
E, mais profundamente ainda,
para quem estamos sendo esse amigo que crê, insiste e conduz?
Que hoje sejamos rodeados — e sejamos nós mesmos —
de pessoas que levantam, carregam, intercedem
e apontam sempre para o Cristo que cura não só a vida presente,
mas também o futuro eterno.
By Marcos GuerreiroLeitura do capítulo 05 do Evangelho de Lucas da Bíblia nova versão internacional.
⸻
Devocional:
Há momentos na vida em que a graça se revela não apenas no toque de Deus,
mas também nos ombros que nos carregam até Ele.
O Evangelho de Lucas descreve, no capítulo 5, versículos 17 a 26, um desses encontros que mudam destinos.
“Vendo a fé que eles tinham…”
É quase um sussurro divino, revelando que a fé não é apenas individual —
ela pode ser compartilhada, sustentada, carregada por mãos amigas.
Os quatro homens que levaram o paralítico não pediram palavras bonitas,
não buscaram reconhecimento; apenas abriram caminho —
se preciso, pelo telhado — para que a misericórdia alcançasse aquele que amavam.
E Jesus, que sempre faz mais do que esperamos,
não apenas curou o corpo.
Antes, tocou a ferida invisível, aquela que paralisa a alma:
os pecados foram perdoados.
Cristo olhou para além da urgência humana
e respondeu à eternidade.
Nesse gesto, aprendemos duas verdades que se entrelaçam:
a importância de ter amigos que nos aproximam de Deus
e a responsabilidade de sermos esse tipo de presença na vida de alguém.
Amizades que rompem telhados, que insistem quando a porta está cheia,
que colocam o outro diante de Jesus mesmo quando falta força própria.
E nós?
Quem nos cerca? Quem nos leva mais perto do Senhor?
E, mais profundamente ainda,
para quem estamos sendo esse amigo que crê, insiste e conduz?
Que hoje sejamos rodeados — e sejamos nós mesmos —
de pessoas que levantam, carregam, intercedem
e apontam sempre para o Cristo que cura não só a vida presente,
mas também o futuro eterno.