Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #234 | Fim da escala 6x1 e os reflexos para a economia
    O Congresso aprovou a proposta do fim da escala 6x1, que reduz a jornada máxima de trabalho semanal no Brasil de 44 para 40 horas e estabelece os dois dias de descanso por semana aos trabalhadores formais, sem diminuição de salário. A adoção da nova jornada aumenta o tempo de descanso remunerado dos trabalhadores, mas também traz implicações para a economia, com possíveis reflexos no mercado de trabalho, no crescimento e nos custos dos produtos e serviços. O que a PEC da escala 6x1 significa para o Brasil? No minuto 06:45, a economista Cláudia Moreno, do C6 Bank, também explica a importância de aumentar a produtividade, para que o país possa crescer de forma mais equilibrada em meio às novas regras.
    15 min
  • #233 | A queda do dólar no Brasil vai se sustentar?
    Na semana passada, foi notável a valorização da moeda brasileira. A força do real fez o dólar cair mais de 4% e fechar a sexta-feira em R$ 4,99.  Desta vez, o movimento refletiu mudanças nas perspectivas do mercado em relação à própria economia brasileira, e não o cenário externo, como muitas vezes acontece quando falamos de câmbio. Mas será que essa queda do dólar vai se sustentar? No minuto 05:25, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica por que, apesar da queda recente, o dólar continua tão distante dos valores de alguns anos atrás. Será que um dia a moeda americana pode voltar a ficar barata como naquela época? Entenda, ainda: 
    • IPCA: preços de alimentos e energia puxam inflação para cima em setembro. 
    13 min
  • #232 | Os desafios da economia depois das eleições
    Ao tomar posse em janeiro, o próximo presidente do Brasil encontrará uma economia que merece atenção.  São muitos os desafios a serem superados: juros elevados, inflação que não caminha para o nível desejado, endividamento crescente do governo, produtividade estagnada e um mundo menos favorável.  Por onde começar? Como lidar com os problemas da economia do país após as eleições?  Entenda também: 
    • O que dizem os últimos dados de inflação e emprego nos EUA; 
    • Na Europa, preços sobem mais que o esperado. 
    No minuto 09:51, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, traz um panorama do que tem movimentado os mercados globais e dicas sobre onde investir neste cenário.
    19 min
  • #231 | Como a IA já tem impactado a economia – e o que está por vir
    Na semana passada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, líderes das duas maiores economias do planeta, se encontraram – e um dos principais assuntos da conversa foi a Inteligência Artificial (IA). A presença da IA no diálogo entre as maiores economias do mundo dá a dimensão de sua importância. Ela já faz parte do nosso cotidiano, das decisões de investidores, dos planos das empresas e até da disputa global por poder. Os primeiros efeitos da tecnologia já começaram a aparecer na economia. Como a IA está mexendo com a inflação e o crescimento econômico dos países? E o que podemos esperar daqui para frente? No minuto 08:37, Claudia Rodrigues, da equipe econômica do C6 Bank, também comenta as nossas expectativas quanto ao impacto da IA no mercado de trabalho.  Ouça, ainda, no episódio: 
    • As pistas do Banco Central sobre um próximo corte (ou não) de juros no Brasil. 
    16 min
  • #230 | É o fim do corte de juros no Brasil?
    O Banco Central do Brasil reduziu a Selic pela quinta vez seguida na semana passada. Com o novo corte de 0,25 ponto percentual, a taxa básica de juros passou de 14% para 13,75%. Entre os fatores que ajudaram a justificar a decisão, o BC destacou a melhora da inflação brasileira observada nos últimos meses. A continuidade da queda dos juros, no entanto, está sob análise.  Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve decidiu subir os juros pela primeira vez em mais de três anos. Já o Banco da Inglaterra deixou a porta aberta para uma alta das taxas no Reino Unido na próxima reunião.  No minuto 08:00, a economista Claudia Moreno analisa o que tem permitido o Brasil cortar a Selic em um momento em que os EUA e outros grandes bancos centrais estão apertando o controle sobre a inflação.
    17 min
  • #229 | A inflação americana pede um freio
    O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) se reúne nesta semana para decidir os próximos passos dos juros nos Estados Unidos, com a inflação elevada e persistente no centro das atenções. Os principais índices de preços no país continuam mais de um ponto percentual acima da meta da autoridade, que é de 2%. Ou seja, ainda há um esforço relevante a ser feito para alcançar o “alvo”. Por que esse cenário preocupa? É hora de o Fed subir os juros e colocar um freio na inflação americana? No minuto 07:38, Felipe Mecchi, da equipe econômica do C6 Bank, analisa o que os membros do Fed têm dito em entrevistas e discursos recentes e que podem ajudar a prever a decisão do comitê nesta quarta-feira. Ouça ainda no episódio: 
    • Alta de juros já chegou na Europa; 
    • Petróleo volta a superar os US$ 100; 
    • Inflação brasileira tem maior queda em quatro anos. 
    17 min
  • #228 | Existe risco de uma recessão no Brasil?
    Não há motivos, por ora, para acender o alerta sobre o crescimento da economia brasileira. O PIB segue num ritmo próximo de 2% ao ano, como mostram os números do segundo trimestre divulgados pelo IBGE. Por outro lado, há de se reconhecer que existe, sim, uma desaceleração em curso, em especial quando o assunto é o consumo das famílias. Diante de um PIB que avança a um ritmo mais lento, cabe analisar: qual a chance de a economia perder temperatura a ponto de esfriar de vez? O risco de uma recessão no curto prazo é real?  No minuto 07:13, a economista Claudia Moreno explica como a trajetória da dívida pública brasileira também pode aumentar os riscos para o crescimento do PIB.  Ouça ainda no episódio: 
    • Emprego forte aumenta chances de alta de juros nos EUA; 
    • Europa também se aproxima de um aperto nas taxas. 
    16 min
  • #227 | Por que os juros longos estão mais altos no mundo?
    A notícia de que o Tesouro dos Estados Unidos irá ampliar a recompra de títulos públicos americanos (Treasuries) de longo prazo movimentou as conversas do mercado financeiro nas últimas semanas. A decisão foi interpretada como um sinal de incômodo das autoridades americanas com o nível dos juros de longo prazo nos EUA, que atingiram máximas em quase 20 anos.  Mas esse movimento está longe de ser exclusivo dos EUA: os juros longos também têm subido em vários outros países, como Japão, Alemanha e Reino Unido. Por que o mercado tem exigido retornos maiores para financiar os governos? Estamos caminhando para um futuro de juros mais altos?  No minuto 11:16, entenda também a visão da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, sobre o que tem movimentado os mercados globais. Ouça ainda no episódio: 
    • Discurso de chefe do BC americano reforça chance de alta de juros; 
    • EUA endurecem sanções econômicas contra o Irã; 
    • O movimento dos mercados globais, com J.P. Morgan Asset Management; 
    • Inflação brasileira tem terceiro mês de alívio. 
    22 min
  • #226 | O problema de uma dívida pública mais amarrada à Selic
    Os juros altos são um dos grandes problemas enfrentados por famílias e empresas – e isso não é uma novidade. Mas a Selic elevada também tem sido uma dor de cabeça para a dívida pública. Até uma década atrás, boa parte da dívida brasileira era atrelada a uma taxa prefixada, definida no momento da emissão. Agora, quase metade do valor financiado tem como fator de correção a evolução da taxa Selic.  Assim, quando os juros sobem, o custo da dívida do governo acompanha – como está acontecendo agora. Por que o perfil da dívida pública mudou? E o que isso significa para a economia como um todo? No minuto 06:57, a economista Claudia Rodrigues também explica como outros países administram suas dívidas – e como o Brasil se compara a eles. Entenda, ainda: 
    • O incômodo do Tesouro americano com os juros longos; 
    • Novos riscos na guerra do Oriente Médio fazem petróleo subir. 
    17 min
  • #225 | Economia brasileira não esfriou – só parou de esquentar
    Os números mais recentes de atividade econômica divulgados pelas pesquisas setoriais do IBGE podem suscitar dúvidas sobre o ritmo da economia brasileira. À primeira vista, pode parecer que o Brasil esfriou. Uma análise mais detalhada dos números sugere que, sim, o crescimento está diminuindo aos poucos, mas a economia não está em uma situação ruim.É como uma panela que esteve em fogo alto por muito tempo e, agora, está apenas mantendo a temperatura quente. O que isso significa para famílias e empresas? E o que esperar para o PIB daqui em diante?No minuto 06:18, a economista Claudia Moreno analisa o que o novo ritmo de crescimento da economia representa para o desemprego e o mercado de trabalho.Entenda, ainda:  
    • Preços elevados reforçam expectativa por alta de juros nos EUA;
    • No Brasil, a inflação de serviços é a grande questão para o controle dos preços.
    15 min

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