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Mercados domésticos seguem com enorme tensão, grande volatilidade e rotação de ativos, além de operarem na contramão dos principais mercados no exterior. Tudo, ou quase tudo, pode ser atribuído ao risco fiscal e estimativas para o ano de 2022. Como os números estão mostrando, em 2021, as projeções são melhores, mas partindo de posições bem baixas. Como temos dito, os problemas estão em 2022, com previsões cada vez piores e voltando à discussão de estagflação e dominância fiscal.
Ontem, caracterizamos o movimento melhor como de ajuste técnico, dissociado da realidade que seguia ruim. Hoje, tivemos a comprovação, com a Bovespa em queda, dólar novamente em alta e juros estressados. No exterior, mercados acionários fortes na Europa e EUA, dólar ganhando tração e investidores ampliando a propensão ao risco em função dos resultados favoráveis de empresas no terceiro trimestre de 2021.
By Banco ModalMercados domésticos seguem com enorme tensão, grande volatilidade e rotação de ativos, além de operarem na contramão dos principais mercados no exterior. Tudo, ou quase tudo, pode ser atribuído ao risco fiscal e estimativas para o ano de 2022. Como os números estão mostrando, em 2021, as projeções são melhores, mas partindo de posições bem baixas. Como temos dito, os problemas estão em 2022, com previsões cada vez piores e voltando à discussão de estagflação e dominância fiscal.
Ontem, caracterizamos o movimento melhor como de ajuste técnico, dissociado da realidade que seguia ruim. Hoje, tivemos a comprovação, com a Bovespa em queda, dólar novamente em alta e juros estressados. No exterior, mercados acionários fortes na Europa e EUA, dólar ganhando tração e investidores ampliando a propensão ao risco em função dos resultados favoráveis de empresas no terceiro trimestre de 2021.