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By Luiz Sérgio F. CastroHistory
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Malhete Podcast episodes

  • Elizabeth Aldworth: A Notável Senhora Maçonaria

    A história da Maçonaria é repleta de tradições, rituais e, muitas vezes,
    uma aura de mistério. No entanto, há um capítulo excepcional que destoa das
    convenções estabelecidas ao longo dos séculos - a notável figura de Elizabeth
    Aldworth, conhecida como Lady Freemason ou Senhora Maçonaria. Seu papel
    pioneiro na Maçonaria, sendo uma mulher inserida

    4 min
  • O ABORTO
    O que podemos compreender acerca do aborto? É considerado um crime? Quais são as implicações morais e espirituais decorrentes dessa prática? Quais intuições a Doutrina Espírita nos proporciona para uma compreensão mais profunda?
    Aborto é definido como a interrupção da gravidez antes da viabilidade fetal, ou seja, antes do feto ser capaz de uma vida independente fora do útero. Distingue-se de eventos como morte fetal, feticídio, parto prematuro, infanticídio e natimortos. A melhor definição é a eliminação de um ser humano no período entre a fecundação e o nascimento.
    O tema do aborto é controverso, abordando desde o direito da mulher sobre seu corpo até os preceitos divinos que protegem a vida indefesa. Torna-se crucial também para políticas públicas, considerando os impactos financeiros. Atualmente, há debates sobre a descriminalização do aborto no Brasil, já legalizado em alguns países. A Igreja e as religiões frequentemente criticam sua legalização, destacando a diferença entre legalidade e moralidade.
    É essencial analisar o aborto considerando os membros da família consanguínea, que, segundo instruções dos benfeitores espirituais, têm resgates a serem enfrentados. Impedir o nascimento de uma criança pode dificultar as provações pelas quais o espírito deveria passar.
    A problemática filosófica do aborto está fundamentada no estatuto antropológico do embrião.
    Desde a fecundação, ocorre a formação de um novo ser humano. A questão é: quando o feto se torna uma pessoa e não apenas uma "pessoa futura" ou "pessoa potencial"? Historicamente, acreditava-se que a alma espiritual se manifestava após 40 dias para homens e 80 dias para mulheres. Essa visão foi abandonada no século passado em favor da "animação imediata", considerando a simultaneidade entre fecundação e personalidade humana.
    Se o concebido é considerado uma pessoa desde a fecundação, qualquer aborto carrega uma responsabilidade moral, sendo equiparado a um homicídio, dada a impossibilidade de defesa e a inocência do agredido. A resolução de conflitos de valores permite, em alguns casos específicos, a intervenção moralmente lícita, como nos casos de embrião morto, ablação de útero grávido com embrião inviável e situações de perigo iminente à vida da mãe.
    Aborto pode ser natural ou artificial, espontâneo ou provocado voluntariamente. Existem também o aborto ilegal, considerado crime, e o aborto clandestino.
    As causas são diversas, envolvendo fatores relacionados à mulher, à família e à sociedade. Entre elas, estão o medo da gravidez, falta de recursos financeiros e pressões familiares.
    Estimar o número de abortos clandestinos é desafiador, enquanto dados sobre abortos legais podem ser subnotificados. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, cerca de uma em cada sete brasileiras entre 18 e 39 anos já fez aborto, totalizando aproximadamente 5 milhões de mulheres.
    A condenação do aborto baseia-se em avaliações morais, especialmente oriundas de convicções religiosas, defendendo o direito inalienável à vida que somente Deus detém.
    Questiona-se se o aborto provocado é um crime, considerando que, ao contrário de guerras e pena de morte, não há um agressor. Contudo, a perspectiva religiosa condena o aborto, considerando o novo ser como uma vítima inocente.
    O aborto é associado à interrupção da vida, infringindo a lei divina. As consequências espirituais podem refletir-se em desafios para o casal, como a dificuldade de conceber, e em desajustes perispirituais, manifestados no corpo físico, presente e futuro, através de condições como câncer, esterilidade e infecções persistentes.
    Nosso corpo é um empréstimo divino, exigindo cuidados tanto físicos quanto espirituais. Respeitar a vida dentro dele é fundamental, considerando as implicações morais, espirituais e sociais do aborto.
    5 min
  • Grande Loja do Espírito Santo Comemora 53 Anos de Fundação

    No dia 18 de novembro, a Grande Loja

    Maçônica do Estado do Espírito Santo (GLMEES) encerrou as festividades em
    comemoração aos seus 53 anos de fundação, em uma celebração grandiosa realizada
    em Vitória. O evento reuniu mais de 500 Irmãos, cunhadas e sobrinhos,
    solidificando os laços de fraternidade que há décadas unem a família maçônica
    no estado.

    3 min
  • EGO: - QUAL É O MEU NOME?

    Por Hilquias Scardua

    Quando descobrimos a importância de

    nossos nomes, seus significados e o quanto influenciam socialmente,
    emocionalmente e até espiritualmente em nossas vidas? Alguns questionam mais
    cedo que outros os motivos e a origem de seus nomes, tanto o nome que precede a
    existência como os sobrenomes que carregam a herança cultural familiar e o
    "rótulo" social ao longo do tempo e das civilizações.

    4 min
  • BAPHOMET - DA LUZ ÀS TREVAS

    Por J.A.P. Filho (*)

    A imagem de BAPHOMET, bode andrógino e

    alado, certamente consiste em uma das figuras mais controversas do ocultismo
    moderno. Diversos estudiosos demandam grande parte de suas pesquisas no intuito
    de explicar o significado dessa esfinge, a qual desperta em cada pessoa,
    sentimentos que variam desde às trevas à luz.

    Dessa forma, justifica-se a importância

    desta peça de arquitetura. Explicar o significado dessa figura tão explorada,
    muitas vezes de forma temerária, consiste em uma tentativa de combater
    superstições e incentivar os irmãos a manterem sempre abertas suas mentes.
    Destaco que um símbolo nada significa para àquele não detém a chave para
    interpretá-lo e, deixar que outras pessoas o interpretem em seu lugar, consiste
    em renegar o dever mais básico do maçom, o de pensar. 

    No entanto, julgo importante que, antes

    de começarmos a interpretação da tradicional e horripilante imagem,
    primeiramente devemos recorrer ao estudo da etimologia da palavra BAPHOMET.
    Ressalto que os significados que serão apresentados decorrem de diversas linhas
    filosóficas e explicações de antigos e modernos ocultistas.

    18 min
  • 1º REGISTRO DA CARAVANA DA COLMEIA OPERATIVA

    Na histórica jornada da caravana

    "Colmeia Operativa" em direção à ARLS Fraternidade Iconhense, Nº
    3.888, sob o amparo do VM.’. Charles Marcon Almeida, as ásperas pedras, firmemente
    enraizadas no solo, longe de sua inanição, metamorfosearam-se em peregrinos
    maçônicos em busca de fortalecimento fraternal e respaldo filosófico em
    20/11/2023. A tripulação da caravana fora preenchida por 15 (quinze) valorosos
    IIr.’. Kheytte Vasconcelos Gomes; Wildelson Nascimento de Faria; Carlos Alberto
    Conde Santos; Antonio Eugenio Polessa de Castro; Arlivaldo Guimarães dos
    Santos; Carlos Eduardo Mofati Andrade de Oliveira; Celso Machado Castellan;
    Marcelo Paiva Santos; Manoel Guimaraes; Phelippe Zanotti Giestas; Vitor Andrade
    de Oliveira; Marcelo Luiz Rosas Barbosa; Ormindo Affonso Neiva Pinto;
    Washington Agripino Da Silva Habbib; Jose Carlos Federici.

    7 min
  • Laico: a Verdade do Impostor
    Por Hilquias Scardua
    Eu perdi a hora, o exato momento em que eles entraram e tomaram a banca, sentaram no trono, revestiram-se de coroa, dos trajes e alfaias. Perdi a festa quando as danças ganharam novos gestos e a música um ritmo cacofônico. Ainda é muito estranho lidar com o monólogo impositivo dos senhores da verdade. O diálogo ficou silenciado; uma parte não conseguiu dizer o que veio dizer; então o monólogo continuou, servido de arrogância e por um ato de perjúrio, traindo a condição humana e o progresso.
    Perdemos a capacidade de colocar à mesa o pensamento para ser assistido, apreciado e compartilhado, quiçá permiti-lo ao nobre avanço dialético. Em meio a imposição, surge uma reflexão sobre a laicidade, sobre a liberdade de pensamento, sobre a necessidade de respeitar o espaço do outro na construção das verdades pessoais.
    Eles querem possuir, conquistar e escravizar o pensamento alheio com as "verdades irrefutáveis" da voz "divina".
    A laicidade, entendida como a separação entre o poder religioso e o poder político, tem como princípio o respeito à diversidade de opinião e a garantia da liberdade de expressão de cada indivíduo e de sua crença. No entanto, mesmo nas sociedades laicas, percebe-se a persistência de imposições disfarçadas, muitas vezes sutis, que tentam moldar a visão de mundo de acordo com determinadas narrativas.
    É bem comum ouvir inúmeras vertentes religiosas imporem suas tradições de fé como o método mais eficaz e soberano sobre a natureza humana e Divina. Eco: “Eles querem possuir, conquistar e escravizar o pensamento alheio com as 'verdades irrefutáveis' da voz 'divina'”.
    As experiências e a diversidade, tanto quanto o caminho extenso das culturas religiosas, mesmo que umas e outras se encontrem em certa camada e linha histórica. Recentemente, vi grupos religiosos atacando uns aos outros de forma explícita e naturalizada. Vertentes de matriz africana são atacadas por milícias no Rio de Janeiro, outros são caçados por políticos... São questões presentes e resumidas, para não precisarmos entrar no absurdo dos fatos. A briga animosa da política, da fé, da corrupção e da ganância.
    Nesse turbilhão de interesses conflitantes, a laicidade se torna um refúgio necessário. Ela não é apenas uma separação formal entre Estado e religião, mas também uma garantia de que a fé seja uma escolha pessoal, livre de imposições e manipulações.
    A busca pela verdade, muitas vezes, é desviada quando a religião se torna um instrumento de poder e controle. A laicidade surge como um chamado à reflexão, convidando-nos a resgatar a essência espiritual, afastando-nos das artimanhas do impostor que distorce a verdade em prol de interesses egoístas.
    Os bastidores das religiões, na banalização da fé e dos cultos sagrados, evocam sem reservas inúmeros charlatões e tendenciosas mazelas quanto ao Sagrado Ofício, até descredibilizar alguns grupos e instituições. Um descrédito generalizado, desviando o foco do verdadeiro propósito espiritual permitindo que os interesses Profanos e ganhos pessoais ganhem cada vez mais espaço na sacralidade.
    São confidentes, porém sutis afirmações. Considerando a frase do pensador Martin Heidegger: "Entre o pensamento e a poesia há um parentesco porque ambos usam o serviço da linguagem e progridem com ela. Contudo, entre os dois persiste ao mesmo tempo um abismo profundo, pois moram em cumes separados". Aqui está a ponte, caro leitor.
    Assim, o pensamento serve aos ânimos da fé cega, do fanatismo religioso, da falta de cultura e de conhecimento. As guerras por detrás disso são as nossas próprias guerras, vigoradas pelas verdades absolutas de nossa ignorância. É o tato áspero que impossibilita sentir o calor da pele vizinha; com essa mesma aspereza nos relacionamos e ousamos dizer que respeitamos.
    Fomos convidados a perder a hora e chegamos ao final da festa. Mas cá estamos, ouvindo a música nas piores frequências e cientes do monólogo imperativo e falacioso de quem tem a palavra na boca. Um convite à reflexão sobre os valores e culturas, a tradição e evolução da fé.
    Hilquias Scardua
    Cavaleiro da Liberdade
    5 min
  • Quais as Origens da Maçonaria e Qual a sua Idade? (parte 3)
    Por Irmão José Ronaldo Viega Alves
    COMENTÁRIOS (continuação)
    Existem artigos que conseguem abarcar de maneira sucinta assuntos que exigem bastante trabalho quando se pretende resumi-los. No caso do Colégios Romanos há uma grande quantidade de estudos sobre os mesmos e, portanto, um manancial de informações. Um desses artigos que tem sido de grande utilidade aqui, pois, consegue contemplar várias das organizações e associações do passado que possuíam semelhanças ou que acabaram influindo na Maçonaria, é o de autoria do Irmão António Rocha Fadista e que tem por título “Origens Religiosas e Corporativas da Maçonaria”, sendo que, muitas das informações que os leitores puderam absorver até aqui a respeito aos Colégios Romanos são dele provenientes. O autor conseguiu compactar uma história que sabemos complexa, em virtude das suas muitas vertentes, a dos primórdios da Maçonaria, expondo de forma muito clara os arcabouços de muitas das antigas corporações de artesãos e arquitetos que deixariam marcas indeléveis na Maçonaria, fossem elas provenientes dos seus métodos, da maneira como se organizavam, dos seus rituais, do seu simbolismo, das suas crenças e das suas práticas nos antigos mistérios.
    23 min
  • O Trabalho

    Em uma visão geral e ampla,

    o trabalho é muito desejado pelo homem, cultivado e exercido pelo ser humano em
    geral. Na Maçonaria, é enfatizado no Grau de Companheiro, sendo uma constante
    nos demais Graus simbolizado pelo uso do Avental.

    Na visão dos alquimistas,

    os três elementos mais importantes para o desenvolvimento do Ser humano e da
    humanidade como um todo são: o sol, a inteligência e o trabalho. Na verdade,
    tanto o sol quanto a inteligência estão intrinsicamente relacionados ao
    trabalho como passo a apresentar nessa minha singular explanação.

    13 min
  • AMÓS, MAÇONS E O PRUMO DE DEUS

    Por Pablo Henrique Hubner de Lanna Costa

    Livro de Amós, Capítulo 7, versículos 7 e 8

    7. Mostrou-me também isto: eis que o Senhor estava sobre um muro

    levantado a prumo; e tinha um prumo na mão. 8. O Senhor me disse: Que vês tu,
    Amós? Respondi: Um prumo. Então, me disse o Senhor: Eis que eu porei um prumo
    no meio do meu povo de Israel; e jamais passarei por ele.

    6 min

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