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Leitura do dia 2 de janeiro do clássico de meditações “Mananciais no Deserto” de Lettie B. Cowman
E havia maior largura ... para cima, ... o templo tinha mais largura para cima. (Ezequiel 41.7)
Não devemos contentar-nos entre as brumas do vale, quando temos diante de nós o cimo do Tabor. O orvalho dos montes é refrescante, e é puro o ar das montanhas. Como é rica a visão dos que moram no alto, com as janelas dando para a Nova Jerusalém! Muitos santos contentam-se em viver como os mineiros nas minas de carvão, sem nunca ver o sol. Seu rosto está manchado de lágrimas, quando poderia estar ungido com óleo celeste.
Estou convencido de que muitos crentes definham em masmorras, quando podiam andar pelos terraços do palácio e avistar a boa terra e o Líbano! Crente, levante-se da condição em que está. Lance de si a inércia, a letargia, a frieza — o que quer que esteja interferindo em seu amor por Cristo. Seja Ele a fonte, o centro e a circunferência de todo o seu prazer. Não se contente mais com as suas exíguas conquistas. Aspire por uma vida mais plena, aspire por uma vida mais alta, aspire por uma vida mais nobre. Vá para cima. Vá para mais perto de Deus! — Spurgeon
Cristo estava ali.
Não são muitos de nós que estão alcançando uma vida mais elevada. Muitos se demoram nos caminhos planos, porque têm medo de escalar as montanhas. As ladeiras ásperas os desanimam; então ficam no vale sombrio, e não vêm a conhecer o mistério dos montes. Não sabem o que perdem em sua auto complacência, a glória que os espera — se apenas tivessem coragem para fazer a escalada; a bênção que encontrariam, se apenas se erguessem até os caminhos de Deus. — J. R. M.
Por que não andarmos mais perto de Cristo? Por que passar fome ante mesa tão farta? Por que estar no baixo, se os cumes são nossos? Cheguemo-nos pois!
By Edison Aquiles GrandoLeitura do dia 2 de janeiro do clássico de meditações “Mananciais no Deserto” de Lettie B. Cowman
E havia maior largura ... para cima, ... o templo tinha mais largura para cima. (Ezequiel 41.7)
Não devemos contentar-nos entre as brumas do vale, quando temos diante de nós o cimo do Tabor. O orvalho dos montes é refrescante, e é puro o ar das montanhas. Como é rica a visão dos que moram no alto, com as janelas dando para a Nova Jerusalém! Muitos santos contentam-se em viver como os mineiros nas minas de carvão, sem nunca ver o sol. Seu rosto está manchado de lágrimas, quando poderia estar ungido com óleo celeste.
Estou convencido de que muitos crentes definham em masmorras, quando podiam andar pelos terraços do palácio e avistar a boa terra e o Líbano! Crente, levante-se da condição em que está. Lance de si a inércia, a letargia, a frieza — o que quer que esteja interferindo em seu amor por Cristo. Seja Ele a fonte, o centro e a circunferência de todo o seu prazer. Não se contente mais com as suas exíguas conquistas. Aspire por uma vida mais plena, aspire por uma vida mais alta, aspire por uma vida mais nobre. Vá para cima. Vá para mais perto de Deus! — Spurgeon
Cristo estava ali.
Não são muitos de nós que estão alcançando uma vida mais elevada. Muitos se demoram nos caminhos planos, porque têm medo de escalar as montanhas. As ladeiras ásperas os desanimam; então ficam no vale sombrio, e não vêm a conhecer o mistério dos montes. Não sabem o que perdem em sua auto complacência, a glória que os espera — se apenas tivessem coragem para fazer a escalada; a bênção que encontrariam, se apenas se erguessem até os caminhos de Deus. — J. R. M.
Por que não andarmos mais perto de Cristo? Por que passar fome ante mesa tão farta? Por que estar no baixo, se os cumes são nossos? Cheguemo-nos pois!