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Acílio gala revela que foi só há pouco tempo que se encontrou (ou desencontrou se) na força das palavras, através da organização de noites mensais de poesia, com o seu projeto Poesia Vadia. É na Poesia que se encontra capaz de observar e expressar o Mundo de uma forma tão mais isolada e pessoal, ao mesmo tempo que expressa o olhar de tudo o que o rodeia. Acreditando que a Poesia ainda pode salvar o Mundo, procura sempre mostrar que a Poesia é uma das respostas mais necessárias ao Mundo em que vivemos. Recentemente publicou o seu primeiro livro "Poemas para o Silêncio" que pode ser adquirido entrando em contato nas redes sociais
POEMA
Na leveza do dia,
Deixa que o teu olhar primaveril
Te guie até ao verdejante prado,
Suculento de sentido e amor.
Corre meu querido, sem preocupações
Salta essas vedações
Que te impedem de chegar a quem te guia.
A relva que sentes em teus pés
E a terra que pões à boca
São os sinais do que procuravas.
E aí, no mais simples, no tão mais perto de ti
É onde o valor se encontra intocável
. Corre meu querido, Que hoje o dia é tão leve
Como o teu andar, que tanto sabe a Verão...
E esses passos leves são a resposta do tudo que procuras.
Esquece as grandes teorias, os grandes filósofos e poetas.
Olha ao céu e rejeita em voz alta tudo o que vem escrito nos livros.
Rasga todos os teus poemas, despedaça todas as tuas farsas, leva-as nos bolsos, para que não as percas, e incendeia-as,
Sem qualquer remorso ou medo.
Hás de lutar contra o tempo e hás de teimar em amar a dor,
corre meu querido corre mais rápido!!
Que esse prado que tanto anseias, parece que se distancia, e os sonhos que fantasiaste,
não hão de passar de meras lágrimas sussurradas no silêncio do dia.
E este aviso.. Este aviso torna-se finito,
num Mundo difícil de acreditar que toda a gente foi um dia criança.
Corre, que depois de partires, será pouco o tempo que hão de dar as decisões que para os defuntos como tu,
se tornam ridículas no profundo sono.
Gostava de te ser, e poder correr mais do que corri…
By Dela MantraAcílio gala revela que foi só há pouco tempo que se encontrou (ou desencontrou se) na força das palavras, através da organização de noites mensais de poesia, com o seu projeto Poesia Vadia. É na Poesia que se encontra capaz de observar e expressar o Mundo de uma forma tão mais isolada e pessoal, ao mesmo tempo que expressa o olhar de tudo o que o rodeia. Acreditando que a Poesia ainda pode salvar o Mundo, procura sempre mostrar que a Poesia é uma das respostas mais necessárias ao Mundo em que vivemos. Recentemente publicou o seu primeiro livro "Poemas para o Silêncio" que pode ser adquirido entrando em contato nas redes sociais
POEMA
Na leveza do dia,
Deixa que o teu olhar primaveril
Te guie até ao verdejante prado,
Suculento de sentido e amor.
Corre meu querido, sem preocupações
Salta essas vedações
Que te impedem de chegar a quem te guia.
A relva que sentes em teus pés
E a terra que pões à boca
São os sinais do que procuravas.
E aí, no mais simples, no tão mais perto de ti
É onde o valor se encontra intocável
. Corre meu querido, Que hoje o dia é tão leve
Como o teu andar, que tanto sabe a Verão...
E esses passos leves são a resposta do tudo que procuras.
Esquece as grandes teorias, os grandes filósofos e poetas.
Olha ao céu e rejeita em voz alta tudo o que vem escrito nos livros.
Rasga todos os teus poemas, despedaça todas as tuas farsas, leva-as nos bolsos, para que não as percas, e incendeia-as,
Sem qualquer remorso ou medo.
Hás de lutar contra o tempo e hás de teimar em amar a dor,
corre meu querido corre mais rápido!!
Que esse prado que tanto anseias, parece que se distancia, e os sonhos que fantasiaste,
não hão de passar de meras lágrimas sussurradas no silêncio do dia.
E este aviso.. Este aviso torna-se finito,
num Mundo difícil de acreditar que toda a gente foi um dia criança.
Corre, que depois de partires, será pouco o tempo que hão de dar as decisões que para os defuntos como tu,
se tornam ridículas no profundo sono.
Gostava de te ser, e poder correr mais do que corri…