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No episódio de despedida do ano do Bem Viver, Matheus Machado senta com a gente pra falar do que quase nunca cabe nas retrospectivas: aquilo que não saiu como planejado.
Entre memórias pessoais e a imagem da “mãe suficientemente boa”, o convite é desacelerar o ideal e acolher o real. Aceitar que toda vida carrega uma margem de erro.
Que nem tudo vai dar certo — e ainda assim pode ser suficiente, bonito, digno.
Matheus diferencia o desejo que sustenta da fantasia que pesa, e nos chama a viver com mais ternura, menos cobrança e mais presença. Não é sobre baixar expectativas. É sobre fazer as pazes com o agora.
Um episódio pra fechar o ano com honestidade, respirar fundo e seguir pra 2026 com esperança que não ilude, mas sustenta.
By Novas Narrativas EvangélicasNo episódio de despedida do ano do Bem Viver, Matheus Machado senta com a gente pra falar do que quase nunca cabe nas retrospectivas: aquilo que não saiu como planejado.
Entre memórias pessoais e a imagem da “mãe suficientemente boa”, o convite é desacelerar o ideal e acolher o real. Aceitar que toda vida carrega uma margem de erro.
Que nem tudo vai dar certo — e ainda assim pode ser suficiente, bonito, digno.
Matheus diferencia o desejo que sustenta da fantasia que pesa, e nos chama a viver com mais ternura, menos cobrança e mais presença. Não é sobre baixar expectativas. É sobre fazer as pazes com o agora.
Um episódio pra fechar o ano com honestidade, respirar fundo e seguir pra 2026 com esperança que não ilude, mas sustenta.