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Nesta edição do Masmorracast, Angélica Hellish,Marcos Noriega,Daniel Ruiz e Ock Tock do podcast Máquina do Tempo, falam de alguns livros que foram importantes em suas vidas,e alguns livros que gostaríamos que fossem parar na telona.
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Da página para a tela:
No final do século XIX, a atividade de registrar a vida humana com uma câmera de cinema era essencialmente contemplativa.
O cineasta (um misto de cientista, artista e mago) posicionava seu aparelho mágico diante, por exemplo, dos portões de uma estação ferroviária e capturava os movimentos da multidão que acabara de sair do trem e se dirigia para a rua; ainda não tínhamos a banda sonora para eternizar as conversas daqueles cidadãos de fim de século que interpretavam a si mesmos nos primeiros filmes.
Quase paralelamente ao surgimento do cinema documental, surgiu a idéia de usar a película para narrar enredos fantasiosos; a imaginação, a literatura e as apresentações teatrais forneciam temas para as primeiras obras totalmente ficcionais do cinema.
As trucagens e a linguagem narrativa começaram um rápido desenvolvimento. O primeiro filme de ficção científica, Viagem à Lua, foi inspirado em um livro de Júlio Verne. Um dos primeiros filmes de terror, Frankenstein, dos Estúdios Edison, era adaptação de uma peça de teatro inspirada no livro de Mary Shelley.
Nos anos vinte do século passado, quando o cinema de ficção já estava devidamente estabelecido como produto de entretenimento, vários fimes importantes possuíam roteiros adaptados de clássicos do romance, da novela ou da dramaturgia. As obras eram bastante simplificadas e, quase sempre, o número de personagens era reduzido; não devemos esquecer que ainda estávamos na época do cinema mudo, as estórias precisavam ser contadas de forma basicamente visual. Ao longo da trajetória do cinema no século vinte, a evolução tecnológica trouxe o som, a cor e um novo repertório de técnicas dramáticas e narrativas, as adaptações de obras literárias ganharam mais profundidade com a chegada da palavra falada ao cinema.
By Masmorracine5
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Nesta edição do Masmorracast, Angélica Hellish,Marcos Noriega,Daniel Ruiz e Ock Tock do podcast Máquina do Tempo, falam de alguns livros que foram importantes em suas vidas,e alguns livros que gostaríamos que fossem parar na telona.
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No final do século XIX, a atividade de registrar a vida humana com uma câmera de cinema era essencialmente contemplativa.
O cineasta (um misto de cientista, artista e mago) posicionava seu aparelho mágico diante, por exemplo, dos portões de uma estação ferroviária e capturava os movimentos da multidão que acabara de sair do trem e se dirigia para a rua; ainda não tínhamos a banda sonora para eternizar as conversas daqueles cidadãos de fim de século que interpretavam a si mesmos nos primeiros filmes.
Quase paralelamente ao surgimento do cinema documental, surgiu a idéia de usar a película para narrar enredos fantasiosos; a imaginação, a literatura e as apresentações teatrais forneciam temas para as primeiras obras totalmente ficcionais do cinema.
As trucagens e a linguagem narrativa começaram um rápido desenvolvimento. O primeiro filme de ficção científica, Viagem à Lua, foi inspirado em um livro de Júlio Verne. Um dos primeiros filmes de terror, Frankenstein, dos Estúdios Edison, era adaptação de uma peça de teatro inspirada no livro de Mary Shelley.
Nos anos vinte do século passado, quando o cinema de ficção já estava devidamente estabelecido como produto de entretenimento, vários fimes importantes possuíam roteiros adaptados de clássicos do romance, da novela ou da dramaturgia. As obras eram bastante simplificadas e, quase sempre, o número de personagens era reduzido; não devemos esquecer que ainda estávamos na época do cinema mudo, as estórias precisavam ser contadas de forma basicamente visual. Ao longo da trajetória do cinema no século vinte, a evolução tecnológica trouxe o som, a cor e um novo repertório de técnicas dramáticas e narrativas, as adaptações de obras literárias ganharam mais profundidade com a chegada da palavra falada ao cinema.