Num mundo que avaliamos quase tudo com base no retorno que temos, perguntamos: É um bom negócio servir a Deus? E se o que estiver em jogo é a eternidade?
Num mundo que avaliamos quase tudo com base no retorno que temos, perguntamos: É um bom negócio servir a Deus? E se o que estiver em jogo é a eternidade?