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De volta para casa.
Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. João 16:22, ARA
Estávamos subindo a escada rolante do aeroporto de Natal. Meu esposo estava à frente, abraçado ao nosso filho mais velho, e eu atrás, abraçada ao filho mais novo. De repente, meu caçula deu um sorrisinho e disse: “Mãe, a senhora vai ver, o papai vai chorar!”
Foi exatamente isso que aconteceu. Meu marido começou a chorar abraçado ao filho mais velho, a quem tanto amamos. Naquele dia, nosso filho estava voltando para um outro estado a fim de terminar o semestre na faculdade. Havíamos chegado a Natal, RN, havia alguns dias, no meio do semestre letivo. Como família pastoral, somos acostumados a mudanças, mas aquela era a primeira em que um de nós quatro precisava ficar para trás. E não estávamos habituados a isso.
Já no portão de embarque, Thalles se despediu de seu pai com um longo abraço, dizendo: “Pai, daqui um mês eu volto. E, no final do semestre, volto de vez.” Não sei se isso acalentou o coração de um pai que ama seu filho e que sente sua falta. O que sei é que ele contou cada minuto até que Thalles voltasse para casa de novo. Meu esposo, um homem que perdeu o pai quando pequeno e cresceu sem tão importante afeto, é um pai fantástico que ama seus “meninos”. Alguns meses depois, pude admirar a bela cena do meu filho vindo na direção do pai e abraçá-lo com o mais puro amor.
Quando me recordo desse período curto em que nosso filho não esteve em casa, me lembro do sentimento de saudade que nos invadia a cada manhã. Fico imaginando o que Deus sente por estar tanto tempo sem nos ter em Sua casa. Como um Pai de amor, Ele sente saudade de nos abraçar e de estar conosco. Eu falo com Deus todos os dias, como numa longa ligação de telefone, mas eu sei que o Meu Deus chora de saudade de mim; afinal, ainda não voltei para casa.
A verdade mais linda que podemos ter hoje é a de que, um dia, estaremos de volta ao lar. Sonho com o momento em que vou sair do salão de desembarque, e O encontrarei. Meu Pai do Céu me receberá com os braços abertos, com o sorriso mais franco e livre que jamais recebi de alguém. E eu… vou poder dizer: “Pai, nunca mais eu saio dos Seus braços.” E ouvirei Sua voz ao meu ouvido dizer: “Eternamente, filha!”
Cybelle Bezerra S. Florêncio
By Othoni Vinícius de PaulaDe volta para casa.
Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. João 16:22, ARA
Estávamos subindo a escada rolante do aeroporto de Natal. Meu esposo estava à frente, abraçado ao nosso filho mais velho, e eu atrás, abraçada ao filho mais novo. De repente, meu caçula deu um sorrisinho e disse: “Mãe, a senhora vai ver, o papai vai chorar!”
Foi exatamente isso que aconteceu. Meu marido começou a chorar abraçado ao filho mais velho, a quem tanto amamos. Naquele dia, nosso filho estava voltando para um outro estado a fim de terminar o semestre na faculdade. Havíamos chegado a Natal, RN, havia alguns dias, no meio do semestre letivo. Como família pastoral, somos acostumados a mudanças, mas aquela era a primeira em que um de nós quatro precisava ficar para trás. E não estávamos habituados a isso.
Já no portão de embarque, Thalles se despediu de seu pai com um longo abraço, dizendo: “Pai, daqui um mês eu volto. E, no final do semestre, volto de vez.” Não sei se isso acalentou o coração de um pai que ama seu filho e que sente sua falta. O que sei é que ele contou cada minuto até que Thalles voltasse para casa de novo. Meu esposo, um homem que perdeu o pai quando pequeno e cresceu sem tão importante afeto, é um pai fantástico que ama seus “meninos”. Alguns meses depois, pude admirar a bela cena do meu filho vindo na direção do pai e abraçá-lo com o mais puro amor.
Quando me recordo desse período curto em que nosso filho não esteve em casa, me lembro do sentimento de saudade que nos invadia a cada manhã. Fico imaginando o que Deus sente por estar tanto tempo sem nos ter em Sua casa. Como um Pai de amor, Ele sente saudade de nos abraçar e de estar conosco. Eu falo com Deus todos os dias, como numa longa ligação de telefone, mas eu sei que o Meu Deus chora de saudade de mim; afinal, ainda não voltei para casa.
A verdade mais linda que podemos ter hoje é a de que, um dia, estaremos de volta ao lar. Sonho com o momento em que vou sair do salão de desembarque, e O encontrarei. Meu Pai do Céu me receberá com os braços abertos, com o sorriso mais franco e livre que jamais recebi de alguém. E eu… vou poder dizer: “Pai, nunca mais eu saio dos Seus braços.” E ouvirei Sua voz ao meu ouvido dizer: “Eternamente, filha!”
Cybelle Bezerra S. Florêncio