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«Parecia uma perdiz, pequeno, todo encolhido, quase nu», recorda um dos homens do esquadrão 122 da Escola Prática de Cavalaria de Santarém. «Eram muito brancos, pareciam gelatinosos», lembra Pedro, então uma criança perdida entre o fogo da guerra.
O encontro, no norte de Angola, em Outubro de 1962, à beira do rio Luqueia, iria marcar a vida do menino e dos homens que o “adoptaram”. Os militares acolheram Pedro no quartel e quase o matavam com a generosa gastronomia da metrópole. Ensinaram-lhe português, partilharam jogos, criaram laços de afecto que o regresso a Lisboa não poderia cortar. Esta é a história de Pedro Luqueia de Santarém e dos homens que ainda se emocionam quando o reencontram.
By TSF5
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«Parecia uma perdiz, pequeno, todo encolhido, quase nu», recorda um dos homens do esquadrão 122 da Escola Prática de Cavalaria de Santarém. «Eram muito brancos, pareciam gelatinosos», lembra Pedro, então uma criança perdida entre o fogo da guerra.
O encontro, no norte de Angola, em Outubro de 1962, à beira do rio Luqueia, iria marcar a vida do menino e dos homens que o “adoptaram”. Os militares acolheram Pedro no quartel e quase o matavam com a generosa gastronomia da metrópole. Ensinaram-lhe português, partilharam jogos, criaram laços de afecto que o regresso a Lisboa não poderia cortar. Esta é a história de Pedro Luqueia de Santarém e dos homens que ainda se emocionam quando o reencontram.

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