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Queridos irmãos e irmãs, a vocação não se descobre sozinho:ela floresce na comunidade. A Palavra de Deus nos recorda a experiência doeunuco etíope, que lia a Escritura sem compreendê-la, até que Filipe seaproximou e o ajudou a discernir: “Entendes o que estás lendo?” Elerespondeu: “Como poderei, se alguém não me explicar?” (At 8,30-31). Assimtambém acontece conosco: precisamos de irmãos e irmãs que nos ajudem a escutara voz de Deus.
Discernir em comunidade significa abrir o coração para odiálogo, para a escuta e para a correção fraterna. A vocação não é um projetoindividualista, mas parte de um grande corpo, que é a Igreja. O discernimentocomunitário nos ajuda a perceber não apenas o que eu quero, mas sobretudo o queDeus quer de mim para o bem de todos.
É na partilha que amadurecemos. Quantas vezes uma palavraamiga, um conselho de um catequista, de um sacerdote ou de um irmão decaminhada nos fez perceber um sinal de Deus? A comunidade é como um farol queilumina o caminho, sobretudo nos momentos de dúvida.
Hoje, pergunte-se: com quem você tem partilhado suasinquietações e esperanças? Quem tem ajudado você a perceber os sinais de Deus?Não tenha medo de pedir ajuda, de abrir-se ao diálogo sincero. O discernimentocomunitário é também um exercício de humildade e confiança.
Como gesto concreto, escolha uma pessoa de fé — pode ser umamigo, um catequista, um ministro, ou até um familiar — e partilhe com ela algoque você sente ser um chamado de Deus em sua vida. Peça que reze com você e porvocê.
Lembremos: ninguém caminha sozinho. O Espírito Santo falaatravés da comunidade, e é nesse diálogo fraterno que a vocação se confirma ese fortalece.
Senhor, ensina-nos a escutar Tua voz também por meio dosirmãos e irmãs, para que em comunidade possamos discernir a Tua vontade. Amém.
Este projeto foi produzido pelo Padre Wagner da Diocese deLuz
By Wagner Assis De SousaQueridos irmãos e irmãs, a vocação não se descobre sozinho:ela floresce na comunidade. A Palavra de Deus nos recorda a experiência doeunuco etíope, que lia a Escritura sem compreendê-la, até que Filipe seaproximou e o ajudou a discernir: “Entendes o que estás lendo?” Elerespondeu: “Como poderei, se alguém não me explicar?” (At 8,30-31). Assimtambém acontece conosco: precisamos de irmãos e irmãs que nos ajudem a escutara voz de Deus.
Discernir em comunidade significa abrir o coração para odiálogo, para a escuta e para a correção fraterna. A vocação não é um projetoindividualista, mas parte de um grande corpo, que é a Igreja. O discernimentocomunitário nos ajuda a perceber não apenas o que eu quero, mas sobretudo o queDeus quer de mim para o bem de todos.
É na partilha que amadurecemos. Quantas vezes uma palavraamiga, um conselho de um catequista, de um sacerdote ou de um irmão decaminhada nos fez perceber um sinal de Deus? A comunidade é como um farol queilumina o caminho, sobretudo nos momentos de dúvida.
Hoje, pergunte-se: com quem você tem partilhado suasinquietações e esperanças? Quem tem ajudado você a perceber os sinais de Deus?Não tenha medo de pedir ajuda, de abrir-se ao diálogo sincero. O discernimentocomunitário é também um exercício de humildade e confiança.
Como gesto concreto, escolha uma pessoa de fé — pode ser umamigo, um catequista, um ministro, ou até um familiar — e partilhe com ela algoque você sente ser um chamado de Deus em sua vida. Peça que reze com você e porvocê.
Lembremos: ninguém caminha sozinho. O Espírito Santo falaatravés da comunidade, e é nesse diálogo fraterno que a vocação se confirma ese fortalece.
Senhor, ensina-nos a escutar Tua voz também por meio dosirmãos e irmãs, para que em comunidade possamos discernir a Tua vontade. Amém.
Este projeto foi produzido pelo Padre Wagner da Diocese deLuz

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