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No sexto programa, inspirada pela passagem da grande Lia de Itamaracá por Porto Alegre, abordamos como tema "Mestras da Cultura Popular". Através de histórias pessoais marcadas pela ancestralidade, a oralidade e a resistência, esse programa ouviu falas e músicas de algumas "intelectuais orgânicas" brasileiras como Lia do Côco, Inezita Barroso, Clementina de Jesus, Marlui Miranda, Martinha do Côco, Cátia de França, e claro a inspiradora Lia de Itamaracá que enviou mensagem especial para o programa no nosso bloco agenda. Refletimos como suas experiências de vida e de produção de conhecimento são pautadas em suas histórias e trajetórias de vida, musicais e espirituais. Em suas obras carregam e resgatam a trajetória de mulheres negras e afro-indígenas, em sua maioria, bem como das divindades femininas, fortalecendo epistemologias decoloniais que se pautam por cosmologias indígenas e de matrizes africanas, conhecimentos diversos de resistência histórica de enfrentamento às matrizes de desigualdades, tais quais o racismo, o etnocídio e o sexismo.
@gauchismoliquido | @clarisssaferreira | www.radioqueroquero.net | www.editoracoragem.com | www.clarissaferreira.com
By CLARISSA FERREIRANo sexto programa, inspirada pela passagem da grande Lia de Itamaracá por Porto Alegre, abordamos como tema "Mestras da Cultura Popular". Através de histórias pessoais marcadas pela ancestralidade, a oralidade e a resistência, esse programa ouviu falas e músicas de algumas "intelectuais orgânicas" brasileiras como Lia do Côco, Inezita Barroso, Clementina de Jesus, Marlui Miranda, Martinha do Côco, Cátia de França, e claro a inspiradora Lia de Itamaracá que enviou mensagem especial para o programa no nosso bloco agenda. Refletimos como suas experiências de vida e de produção de conhecimento são pautadas em suas histórias e trajetórias de vida, musicais e espirituais. Em suas obras carregam e resgatam a trajetória de mulheres negras e afro-indígenas, em sua maioria, bem como das divindades femininas, fortalecendo epistemologias decoloniais que se pautam por cosmologias indígenas e de matrizes africanas, conhecimentos diversos de resistência histórica de enfrentamento às matrizes de desigualdades, tais quais o racismo, o etnocídio e o sexismo.
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