Mais uma vez questões domésticas impedem o Ibovespa de acompanhar os ganhos vistos lá fora e adicionam pressão ao dólar. A preocupação com o cenário fiscal ganhou força sobretudo após sinalizações vindas de candidatos à presidência da Câmara e do Senado de que pretendem pautar novos estímulos e a retomada do auxílio emergencial. Na esteira, os juros futuros se ajustam em alta ainda ao Copom, com a curva precificando uma elevação de 0,50 pp da Selic já em março.