
Sign up to save your podcasts
Or


Que a duplicação da RSC-287 trará uma série de benefícios para os usuários da rodovia, não há dúvida. No entanto, quem reside ou tem propriedade às margens do asfalto, em Venâncio Aires, vem acumulando preocupações nos últimos meses. Primeiro, veio à tona a questão dos retornos - que devem ser disponibilizados a oito quilômetros de distância um do outro, mais ou menos - e, depois, o debate se concentrou na necessidade de construção das pontes secas entre Vila Estância Nova e Vila Mariante, como forma de evitar que a rodovia sirva como uma taipa em episódios de cheias do rio Taquari. O assunto, inclusive, foi tratado em audiência pública realizada em Picada Nova, recentemente.
Só que, agora, a preocupação é outra: os moradores e proprietários de imóveis às margens da 287 vêm sendo notificados pela Rota de Santa Maria (Grupo Sacyr), concessionária da rodovia, com o objetivo de que apresentem documentos que comprovem a regularidade dos acessos às propriedades ou tratem de providenciar a regularização. Uma das pessoas que se dizem surpresas é Lauro Vogt, morador de Vila Arlindo e que foi notificado há poucos dias. De acordo com ele, muitas dúvidas foram geradas a partir das notificações e os proprietários estão receosos, especialmente, em relação a possíveis multas.
“O que mais nos preocupa é que pediram projetos e documentos que vão passar pela análise deles. Deram um prazo de 30 dias para que a gente entre em contato, pelo WhatsApp ou por e-mail. Pelo que eu entendi, quem não regularizar a situação, vai ficar sem acesso”, disse. Os moradores foram em busca de ajuda e, no momento, quem se prontificou a buscar mais informações foi o vereador Ezequiel Stahl (PTB). “Outro dia já fizemos uma audiência pública para tratar das pontes secas e ninguém da concessionária ou do Governo do Estado apareceu. Agora, temos mais um problema para resolver”, afirmou.
By A Sua Rádio - 105.1 FMQue a duplicação da RSC-287 trará uma série de benefícios para os usuários da rodovia, não há dúvida. No entanto, quem reside ou tem propriedade às margens do asfalto, em Venâncio Aires, vem acumulando preocupações nos últimos meses. Primeiro, veio à tona a questão dos retornos - que devem ser disponibilizados a oito quilômetros de distância um do outro, mais ou menos - e, depois, o debate se concentrou na necessidade de construção das pontes secas entre Vila Estância Nova e Vila Mariante, como forma de evitar que a rodovia sirva como uma taipa em episódios de cheias do rio Taquari. O assunto, inclusive, foi tratado em audiência pública realizada em Picada Nova, recentemente.
Só que, agora, a preocupação é outra: os moradores e proprietários de imóveis às margens da 287 vêm sendo notificados pela Rota de Santa Maria (Grupo Sacyr), concessionária da rodovia, com o objetivo de que apresentem documentos que comprovem a regularidade dos acessos às propriedades ou tratem de providenciar a regularização. Uma das pessoas que se dizem surpresas é Lauro Vogt, morador de Vila Arlindo e que foi notificado há poucos dias. De acordo com ele, muitas dúvidas foram geradas a partir das notificações e os proprietários estão receosos, especialmente, em relação a possíveis multas.
“O que mais nos preocupa é que pediram projetos e documentos que vão passar pela análise deles. Deram um prazo de 30 dias para que a gente entre em contato, pelo WhatsApp ou por e-mail. Pelo que eu entendi, quem não regularizar a situação, vai ficar sem acesso”, disse. Os moradores foram em busca de ajuda e, no momento, quem se prontificou a buscar mais informações foi o vereador Ezequiel Stahl (PTB). “Outro dia já fizemos uma audiência pública para tratar das pontes secas e ninguém da concessionária ou do Governo do Estado apareceu. Agora, temos mais um problema para resolver”, afirmou.